
Claro vai pagar preço de referência por uso de postes da Light
Claro deverá pagar R$ 3,19 mais impostos e correção monetária por ponto de fixação à Light. Valor retroage a 2015.
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Claro deverá pagar R$ 3,19 mais impostos e correção monetária por ponto de fixação à Light. Valor retroage a 2015.

O presidente da Claro Brasil, José Antônio Félix, disse que o acordo foi fechado a preços do setor, de centavos por assinante.

Com rentabilidade de 4%, segundo estudo do BCG, as operadoras de telecomunicações que operam no Brasil colhem resultados muito inferiores aos de operados de países desenvolvidos e mesmo em desenvolvimento. O modelo, insistem os executivos, não é sustentável.

Para Marcos Ferrari, a assimetria regulatória entre as empresas de internet e as teles é mais um fator para prejudicar a rentabilidade e os investimentos das operadoras do setor.

A adequação do plano tem que ser aprovada até quarta-feira, 27, para ser submetida à assembleia de acionistas e credores do dia 9 de outubro. Se não houver quorum, novo convocação será para o dia 23.

Cobertura pode ser compartilhada, desde que entre todos os usuários das diferentes operadoras, sem custo adicional. Custos que não possam ser recuperados com a exploração do serviço serão cobertos pelo Fust. O prazo máximo para a implantação previsto no projeto é de cinco anos.

Texto seguirá para a Câmara dos Deputados caso não haja recurso pedindo votação em plenário.

O presidente da Anatel, Juarez Quadros, afirmou que a AGU - que representa a agência - terá a obrigação legal de votar contra o acordo, caso as multas continuem dentro da Recuperação Judicial da Oi.

Os presidentes de quatro maiores operadoras de telecomunicações - José Félix, da Claro Brasil; Marco Schoereder, da Oi; Luis Alexandre Garcia, da Algar Telecom; Stefano De Angelis, da TIM - resolveram deixar a diplomacia de lado, e cobrar ações mais incisivas do Poder Executivo, do Legislativo e da Anatel pela defesa da expansão da banda larga do Brasil e destravamento dos investimentos do setor.

O presidente da Anatel, Juarez Quadros, disse que a Anatel não deverá viver, no próximo ano, a falta de recursos que enfrenta hoje.
Decisão do TCU obrigou o governo a recompor o orçamento solicitado de cerca de R$ 205 milhões.

O Plenário rejeitou todas as emendas da oposição e a MP 780 segue para o Senado. Terá que ser aprovada até 2 de outubro, se não, perde a validade.

A reforma do modelo de telecomunicações trará a segurança jurídica necessária para a evolução da conectividade e da digitalização da sociedade, atraindo novos investimentos e ampliando a penetração de banda larga no país.