
Para a Oi, aprovação do PLC 79 é urgente
Para o CEO da Oi, se o projeto que liberar os investimentos em telefonia fixa não for aprovado até julho, "poderá se matar os investimentos do mercado".
Últimas notícias do TeleSíntese.

Para o CEO da Oi, se o projeto que liberar os investimentos em telefonia fixa não for aprovado até julho, "poderá se matar os investimentos do mercado".

Julio Alexandre Menezes, do Ministério do Planejamento, pede também engajamento do setor pelo PLC 79

Eduardo Navarro, presidente da Telefônica Vivo, disse que o TAC da Telefônica, não foi aprovado por falta de maturidade institucional de todos os atores, inclusive da própria empresa.

Oscar Petersen, vice-presidente de Assuntos Regulatórios da Claro Brasil, disse que não é a favor do leilão de 700 MHz, nem do 3,5 GHz antes de 2020.

O presidente da Telefônica Vivo, Eduardo Navarro, chama a atenção para a falta de percepção da sociedade brasileira para todo o avanço conquistado pelo setor de telecomunicações nos últimos anos.

Quadros disse ainda que, se PLC 79 não for aprovado, a Anatel estará preparada para uma saída como o Leão da Montanha do desenho animado.

Nas cidades onde não se atingir 90% de cobertura, o desligamento da TV ficará para depois.

Para o presidente da Anatel, é "impossível" fazer com que o dinheiro do leilão de frequência seja integralmente aplicado na expansão do setor.

Empresas dos países em desenvolvimento deixam de ganhar US$ 15 bilhões ao ano com a desigualdade de acesso entre os sexos, calcula a GSMA

Deverão ser feitos investimentos na expansão da banda larga, com supervisão da Anatel. Entidades do setor e a sociedade em geral devem acompanhar o processo para que os recursos sejam aplicados em benefício da população.

O setor de telecomunicações ainda acredita que o projeto de lei 79 – que propõe o fim das concessões de telefonia fixa, venda de bens reversíveis e licenças perpétuas de frequências – possa ser aprovado diretamente pelo Plenário do Senado Federal. Mas interlocutores com acesso ao presidente do Senado avaliam que essa alternativa não pode ser considerada.

A Vivo anunciou hoje (23) que vai começar a explorar a frequência de 450 MHz, adquirida ainda no leilão de 2,5 GHz em 2012. A operadora vai destinar a banda para fornecimento de serviços de internet das coisas em áreas ruais. O projeto começa na Usina Costa Pinto, em Piracicaba, SP.