
Radiodifusores: só banda Ku é saída para 5G com parabólicas
O setor defende ainda que as operadoras devem custear a recepção doméstica das famílias de baixa renda integrantes dos programas sociais federais.
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O setor defende ainda que as operadoras devem custear a recepção doméstica das famílias de baixa renda integrantes dos programas sociais federais.

Para Nokia, Ericsson, Intel e Huawei falta de sincronia entre blocos seria um problema nas divisas dos estados. Tamanho dos blocos não é consenso, no entanto.

A iniciativa faz parte da campanha #FiqueBemFiqueEmCasa de Claro, Oi, Sky, TIM e Vivo

Para a Oi, 5G não pode ter menos do que 100 MHz disponíveis, e por isso, todas as licenças de 3,5 GHz deveriam ser nacionais, reservando-se para os ISPs lotes regionais na faixa de 2,3 GHz, que permite a 4G e também a 5G.

Operadora sugere existência apenas de lotes com abrangência nacional nos 3,5 GHz e que lhe seja dada preferência para a compra do lote de 700 MHz

E as chamadas para o call center da empresa tiveram redução de 32%

Novo smartphone da marca chinesa vem com câmera quádrupla, bateria de longa duração e processador com foco em games

Partido socialista alega que MP editada por Bolsonaro tem como a agravante a não vigência da LGPD; os tucanos lembram ação sobre mensagens de WhatsApp em favor do presidente na campanha de 2018

Para a empresa, o momento vivido pela economia mundial, gerado pela pandemia do coronavirus, traz um quadro de previsões pessimistas e de incertezas que afeta a capacidade de investimentos dos futuros compradores das licenças. Assinala também que deveria ser feita nova consulta pública com respostas para cinco questões relevantes que não foram ainda esclarecidas.

A operadora alega que a faixa de 26 GHz será usada nas instalações fabris, em meios confinados, e que por isso não haveria problemas de interferência com as micro-licenças

Conselho Federal da OAB argumenta que MP 954 viola direito constitucional à privacidade, sigilo telefônico dos brasileiros, e não deixa claro de que maneira o IBGE usará os dados pessoais dos clientes das operadoras.

A Abrint quer que os ISPs tenham direito a usar a frequência das grandes operadoras, em caráter secundário, nas cidades onde essa tecnologia só vai chegar em dois anos. Embora ainda defenda licenças por município, aceita as áreas sugeridas pela Anatel na consulta pública