
Espectro é três vezes mais caro na América Latina, diz GSMA
A população que consome as cestas de celular mais simples são as mais afetadas pelo alto preço cobrado pelo espectro nos países em desenvolvimento, aponta o estudo.

A população que consome as cestas de celular mais simples são as mais afetadas pelo alto preço cobrado pelo espectro nos países em desenvolvimento, aponta o estudo.

Um dos compromissos negociados, para posterior alteração do projeto, é a garantia de que um percentual dos recursos originários dos bens reversíveis será integralmente investido em redes de banda larga na região Norte do paĩs. Mas há propostas de mudanças bem mais sensíveis, ainda não consensuais, como o fim das licenças perpétuas de frequências.

Licença de espectro por mais tempo é um dos pleitos do presidente da Telefónica, José-María Pallet, que defendeu também a elaboração de uma Constituição Digital para proteger os dados das pessoas.

Atendimentos da Aura respondem dúvidas sobre limite de dados e promoções de tarifas dos clientes pré-pagos da Vivo

As operadoras de celular contam com 5G, Inteligência Artificial e Big Data para deixar de ser empresas de conexão para oferecerem serviços de maior valor agregado à população global. E os primeiros casos concretos estão em demonstração no MWC.

Conforme a GSMA, 94 redes IoT móvel estão ativas, seja com uma ou outra tecnologia. Na América Latina, somente o Brasil, com a NB-IoT da TIM; e a Argentina, com a LTE-M da Telefonica.

A superintendência de Competição entendeu que a lei do SeAC proíbe a compra de empresa que produz e programa conteúdo audiovisual por operadora de telecomunicações, como é o caso de Time Warner e Sky. E manda que em seis meses a AT&T venda as operações de TV paga brasileira. O conselho da Anatel ainda terá a palavra final.

Os aparelhos com a tecnologia de quinta geração finalmente começam a sair dos laboratórios para ser apresentados em Barcelona. Casos concretos de "tudo conectado" são aguardados. E novas promessas também serão feitas para as operadoras de telecom, aquelas que colocam o dinheiro para que esses sonhos se concretizem

O CEO da Telefônica Vivo, Christian Gebara, afirmou que a empresa pretende focar no "crescimento orgânico" e não através de aquisição de ativos.

A distribuição de dividendos e JCP será feita em duas parcelas este ano. E o grupo continua a reduzir despesas com o avanço de sua revolução digital interna

As licenças de 850 MHz começam a vencer em dezembro do próximo ano, e não podem ser renovadas mais, sem licitação. A Anatel pensa outorgá-las em caráter secundário.

O diretor de regulação da Oi, Carlos Eduardo Medeiros (Cadu) defende cautela para a realização do leilão da 5G

Segundo o secretário-executivo do MCTIC, o TCU ainda não se manifestou em relação ao segundo acordo firmado entre a Telebras e a Viasat e o governo tem pressa em usar o satélite para universalizar a banda larga.

O MCTIC não quer a obrigatoriedade da contratação da Telebras pelos órgãos públicos, como era antes, mas resgatar a possibilidade de a estatal ser contratada diretamente pela União.

O MCTIC já fechou questão pela aprovação rápida do PLC 79, tal como está. Mas admite publicação de Medida Provisória ou Decreto Presidencial que possa alterar alguns detalhes do projeto que ainda sofram resistências. Agora, segundo o secretário-executivo, Júlio Semeghini, o ministro Marcos Pontes vai buscar apoio de todo o governo à proposta.

Só será sorteado novo relator da Anatel quando acabar o prazo das diligências solicitadas pelo ex-conselheiro Otávio Rodrigues. Cautelar que proíbe qualquer corte ou redução de velocidade na banda larga fixa após franquia continua valendo.

O planejamento estratégico da operadora, para o qual foram contratadas três consultorias só será concluído em quatro meses. Até lá, a ordem do presidente da empresa, Eurico Teles, é continuar a mirar na melhoria dos serviços.

Nesse prazo de cinco anos, a Anatel espera que os cerca de 1,6 milhão de usuários da Claro que usam o serviço de telefonia fixa pela tecnologia sem-fio WLL migrem para outras tecnologias.

Uma das decisões com o maior grau de divergência - conta com quatro votos diferentes - poderá ser concluída até abril deste ano. A tendência é a Anatel permitir as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo, que pagaram R$ 3 bilhões no leilão de espectro de 2012, a cumprir meta rural com a tecnologia do satélite, como reivindicam. Em contrapartida, essas empresas poderão ter que devolver a faixa de 450 MHz e ainda cumprir metas mais ambiciosas, para compensar o uso da alternativa satelital.

A direção da Oi e seu conselho de Administração só decidirão sobre venda de ativos depois que as consultorias contratadas concluírem seus estudos, o que vai demorar ainda mais quatro meses. Entre as especulações, há também a tese do fatiamento da rede fixa da empresa. Tudo especulação.