
Oi espera receber “muito mais” que o preço mínimo definido pela unidade de fibra
Segundo presidente da Oi, Rodrigo Abreu, o piso de R$ 20 bilhões é um valor médio obtido com base nas inúmeras ofertas que a empresa recebeu pela Infraco.

Segundo presidente da Oi, Rodrigo Abreu, o piso de R$ 20 bilhões é um valor médio obtido com base nas inúmeras ofertas que a empresa recebeu pela Infraco.

A magistrada Fabelisa Gomes Leal determinou que o edital de convocação do evento traga as orientações apresentadas pelo administrador judicial, o que inclui os protocolos de combate à pandemia por se tratar de um encontro presidencial com potencial de reunir pelo menos 3.000 participantes

Negociações exclusivas vão até 11 de agosto, e poderão ser renovadas sucessivamente, a menos que uma das partes se oponha. Operadoras acreditam que é baixa possibilidade de imposição de fortes remédios por parte do Cade e da Anatel.

Juiz considerou prematuros os pedidos para barrar proposta de aditamento ao plano de recuperação judicial da companhia

Na decisão, o colegiado considerou que os créditos reivindicados pela Anatel têm natureza administrativa e, portanto, não podem ter o tratamento prioritário destinado aos créditos tributários.

Operadora defende aditamento, lembra que há arbitragem em andamento, e ressalta que maioria dos credores se mostrou favorável

Previsão é do CEO Telecom Italia, dona da TIM Brasil. Em conferência com analistas hoje, ele disse que depois de aprovada a venda na assembleia de credores da Oi, haverá ainda um "longo processo judicial" até a conclusão em definitivo do negócio.

Empresa receberá propostas a partir de setembro para formar sociedade com interessado em construir rede óptica de acesso seguindo a estratégia de expansão da TIM Live. Segundo o CEO, não existe interesse em comprar a Infraco da Oi.

Para Pietro Labriola, aquisição traria crescimento, mas a TIM é um negócio sustentável independentemente do resultado das negociações. Falou também que a criação de uma operadora de atacado móvel, como na proposta rival pelos ativos da Oi Móvel, precisa de mudança regulatória e que MVNOs não teriam condições de competir com as teles tradicionais.

Para o CEO da Vivo, aquisição da Oi Móvel traria sinergias em várias frentes, do gerenciamento da rede à gestão dos canais de venda.

Perspectiva concretização da venda dos ativos móveis e baixa expectativa de impedimento regulatório atraíram investidores.

O objetivo final do comando da Oi é levar a proposta com o maior preço pelos ativos para a assembleia de credores, prevista para acontecer em agosto. Proposta extemporânea das rivais passa por avaliação.

Enquanto prestadoras de serviços de telecomunicações perderam valor de mercado nos últimos anos, as detentoras de infraestrutura ganharam - e muito.

Da manutenção da operadora com marca Oi, à oferta de MVNOs que unem serviço e base de clientes, modelo será inédito no país. Mas ainda depende do aval dos credores da Oi à proposta de venda da unidade celular da companhia.

“A oferta mostra a vitalidade do setor de telecomunicações, tira as grandes teles da zona de conforto e deixa claro que o consumidor decide o serviço que quer”, disse João Moura

Empresa de infraestrutura pretende pagar R$ 1 bilhão pelos ativos espalhados pelo Brasil. Venda ainda depende da revisão do plano de recuperação judicial da Oi.

Oi ressalta, em fato relevante, que venda dos ativos móveis passará por leilão, caso os credores aprovem os termos do aditamento do plano de recuperação judicial da companhia.

O conselho diretor da Telecom Italia, holding controladora da TIM Brasil, aprovou o plano de compra da Oi Móvel e deu carta branca para que os diretores façam ajustes necessários ao contrato final para o fechamento do negócio.

Daniel Hajj, CEO do grupo América Móvil, dono da Claro Brasil, diz que base de clientes e capacidade de rede interessam. Leilão ainda precisa ser aprovado por credores e homologado pela Justiça.

Itaú, BB e Caixa têm R$ 7,83 bi a receber da Oi e criticam proposta de corte de até 60% dessa dívida