
BT vende rede óptica, data centers e teleportos no Brasil
Clientes da BT seguem atendidos pela empresa britânica, que passa a utilizar a infraestrutura do comprador, o fundo CIH, com sedes no Reino Unido e em Hong Kong

Clientes da BT seguem atendidos pela empresa britânica, que passa a utilizar a infraestrutura do comprador, o fundo CIH, com sedes no Reino Unido e em Hong Kong

Christian Gebara, CEO da Telefônica Vivo, diz que Huawei é importante fornecedora de equipamentos de acesso móvel e de núcleo de rede. Em conferência com analistas, comentou também que a operadora segue atenta à possibilidade de comprar ativos da Oi.

Proposta parte de "milionários sul americanos", segundo jornal espanhol El Mundo, e resultaria na venda de 51% das ações da unidade HispAm, que reúne as operações de Argentina, Chile, Colômbia, Venezuela, Equador, México, Peru e Uruguai.

Juntas, as duas empresas diminuirão o tempo e os recursos para as organizações implementarem proteção on-line.

Samsung amplia a aposta no segmento de infraestrutura prevendo forte demanda das teles por equipamentos de rede e serviços de instalação devido à chegada da 5G

Com a compra, Indra se torna maior fornecedora de serviços de cibersegurança da Espanha

Transação ainda será analisada por autoridades e acionistas. Previsão é seja concluída em março

Oi, Copel, Sercomtel, Telebras, ISPs são alvos do movimento. Continuidade da expansão das redes de fibra óptica pelo interior do Brasil manterá o apetite de investidores por negócios na área.

[Atualizado] Roberto Rittes, CEO da Nextel, deixou ontem a presidência da controladora. Ricardo K, que integra conselho da NII Holdings, também já adiantou sua carta de renúncia.

Ángel Vilá afirmou a analistas e investidores, durante evento em Barcelona, que Oi já procurou os possíveis interessados e que as conversas estão em estágio inicial. Disse, ainda, que prevê desafios regulatórios, mas transação poderia ter sinergias para a Telefónica no Brasil.

Operadora também defende que por enquanto é prematuro tecer previsões de investimento em espectro 5G, uma vez que a Anatel ainda precisa definir as regras do futuro leilão de frequências.

Aviso vem da controladora atual da Nextel, a NII Holdings. Empresa diz, porém, acreditar que a questão seja resolvida antes disso, até 26 de janeiro.

Especialistas dizem que avaliação de ISPs alvo de fusão e aquisição tem variado de 4,5x a 6x o EBITDA recorrente da empresa.

Pietro Labriola diz que é sua obrigação, como executivo de empresa negociada em bolsa, ficar atento à oferta desses ativos e insumos no mercado

Daniel Hajj, CEO da América Móvil, dona da Claro Brasil, diz que está aberto a negociações sobre compra de ativos da Oi no mercado brasileiro. Também avisou que a operadora não vai se desfazer de torres ou data centers, como têm feito as rivais mundo afora.

Companhia obtém US$ 1,95 bilhão pelos ativos. Meta é encerrar o ano com desinvestimentos que totalizem US$ 11 bilhões.

Expectativa é angariar € 1 bilhão com transação, a ser realizada no final de 2020.

Light Wave Capital, formado este ano com dinheiro de investidores institucionais americanos, europeus e brasileiros, elevou de R$ 100 milhões para R$ 150 milhões valor que pode desembolsar, a fim de abarcar consórcios de ISPs.

O jornal espanhol Expansión diz que negociações estão acontecendo entre os executivos das controladoras das operadoras brasileiras Vivo, Claro e TIM. Jogada seria estratégica para obter frequências, torres, lojas, ao mesmo tempo em que reduziria a competição.

Compra tem objetivo de aperfeiçoar rádios para atender a futura demanda em redes 5G