Itália terá nova operadora móvel
Iliad se diz interessada em comprar ativos da Hutchison e VimpelCom caso a fusão da Three com a Wind seja aprovada pelo governo.
Iliad se diz interessada em comprar ativos da Hutchison e VimpelCom caso a fusão da Three com a Wind seja aprovada pelo governo.
A Oi colocou à venda a sua participação na operadora de Timor, e inicialmente o governo estaria interessado.

Transação depende de aval regulatório, mas empresas acreditam em conclusão até o final do ano. Pagamento será em dinheiro. Empresas vão juntar suas redes e nuvens para a oferta de softwares Office e Dynamics, de CRM.
Nessa proposta estariam incluídas as patentes e os imóveis.
A operadora de celular ficará com 51% do capital da empresa de cabo.
A operadora norte-americana Verizon estaria disposta a pagar este valor pelo site.
Compra de 100% já estava prevista há três anos, quando o grupo comprou 50% da empresa paulista.
A empresa irá também consolidar a dívida líquida, de US$ 1,2 bilhão.
O regulador britânico está resistindo aos "remédios" sugeridos para a fusão de operadora de celular O2 com a Hutchison.
A O2 e a Three tentam se unir depois que as agências britânicas deram sinal verde para união da operadora de celular EE e a incumbent de serviço fixo, British Telecom.
A oferta seria feita na próxima semana.
As duas operadoras francesas negociavam uma fusão há dois anos.
Valor da aquisição alcança os US$ 3,1 bilhão, mas fica abaixo do preço pago pela própria Dell para adquirir o ativo em 2009
As aquisições poderão ser feitas até dezembro de 2018
Telefônica divulgou dados para acionistas antes da AGE, que acontece em 1° de abril.

Saída ocorre cerca de um ano após fusão das empresas e poucos meses após revelação que marca Motorola seria abandonada.
O negócio foi fechado em US$ 960 milhões.

O negócio tinha sido anunciado em novembro de 2013, mas até hoje as agências reguladoras da Argentina não tinham autorizado a operação.

O conselho administrativo elencou quatro razões para não aceitar a oferta da operadora francesa

O caso remonta ao início do processo de compra da Brasil Telecom, quando a Telemar (Oi) contratou o banco Credit Suisse para ser o comissionário da operação, até que o PGO fosse alterado.