
Inflação vai superar meta pelo segundo ano, admite BC
A probabilidade de a inflação superar o teto da meta neste ano passou de 88%, em março, para 100% em junho, segundo relatório do BC.

A probabilidade de a inflação superar o teto da meta neste ano passou de 88%, em março, para 100% em junho, segundo relatório do BC.

Alta esperada dos preços administrados foi revisada para baixo, enquanto a projeção dos preços dos bens e serviços livres aumentou, diz Ipea.

Com o resultado, o Índice Nacional de Custo da Construção-M acumula inflação de 7,20% no ano e de 11,75% em 12 meses, segundo FGV.

O presidente do BC, Campos Neto, ressaltou que a autoridade monetária vai frear a inflação e que grande parte do trabalho já foi feito.

Reajustes nos planos de saúde puxaram indicador no mês, assim como a tarifa do ônibus urbano, o lanche fora de casa e os produtos farmacêuticos

Para o terceiro trimestre, o Banco Central vê uma inflação acumulada em 12 meses de 10,3%, ante 8,4% estimado em março.

Ata da última reunião do Copom revela que a inflação dos serviços e bens têm alta disseminada e mais persistente do que o previsto.

Esta é a décima primeira alta da taxa de juros, sequência que começou em março de 2021, quando a Selic estava fixada em 2%.

Radar Febraban mostra que oito em cada dez entrevistados (78%) apontam que o consumo de alimentos é o mais impactado pela inflação.

Índice Geral de Preços registra inflação acumulada de 8,53% no ano e de 10,40% em 12 meses., segundo a Fundação Getulio Vargas.

Analistas do mercado esperam que a taxa básica de juros deverá passar de 12,75% para 13,25% ao ano, com alta de 0,5 ponto percentual.

Inflação foi impactada pelo Vestuário, com alta de 2,11% e 0,09 p.p. Nos Transportes, a alta foi puxada pelas passagens aéreas, com 18,33%.

As vendas deste ano deverão alcançar R$ 2,49 bilhões, queda de 2,6%, descontada a inflação, na comparação com o resultado de 2021.

Banco Central divulgou uma parcial do Relatório Focus, com projeção mediana de inflação de 8,89%, ante 7,89% divulgada em 2 de maio.

O desempenho negativo na indústria refletiu-se no mercado de trabalho. O emprego industrial caiu 0,5% em abril na comparação com março.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), foi mantida a estimativa do governo de uma alta de 1,5% este ano e de 2,5% para 2023.

Esse foi o maior resultado do IPCA para o mês de abril desde 1996 (1,26%). No ano, o indicador acumula alta de 4,29%.

A escalada dos juros é a resposta do Banco Central à inflação alta e persistente, que segue acima dos dois dígitos.
O setor apresentou em abril a maior taxa de crescimento em 15 anos, PMI a 60,6, conforme pesquisa da S&P Global.

A previsão do mercado financeiro para o IPCA neste ano é de 7,89%, alta registrada pela décima sexta semana consecutiva.