
Saturação acelera consolidação entre provedores, dizem CEOs
Executivos das operadoras regionais afirmam que crescimento do setor depende de governança, reinvestimento, escala operacional e uso de IA para elevar produtividade.

Executivos das operadoras regionais afirmam que crescimento do setor depende de governança, reinvestimento, escala operacional e uso de IA para elevar produtividade.

Fabrício Viana, sócio da VianaTel e da RadiusNet, aponta que o número de ISPs deve continuar em queda, em função de condições econômicas mais favoráveis à concentração, enquanto setor adota gestões mais profissionais e rigorosas

Provedor atua na região metropolitana de Belo Horizonte e conta com 50 mil clientes; aquisição ocorre pouco após a Brasil TecPar ter comprado a Blink Telecom, também no território mineiro

Companhia convocou para outubro uma assembleia para ratificar decisão com acionistas; ISP salientou que incorporações não resultarão em aumento de capital social ou emissão de novos ações

Para o CEO do ISP, esse parece ser um caminho natural

IPv7 mira na gestão eficiente de redes multisserviços ligadas às tendências de NAAS, 5G e Redes neutras

Vodafone Itália, sócia do Grupo TIM em empreendimento de torres, confirma intenção de vender ativos, mas rechaçou a proposta da Iliad por "não atender aos interesses dos acionistas".

Criada pela consultoria IT Investimentos, calculadora integra plataforma online voltada para fusões e aquisições

Os ISPs aceleram o movimento de consolidação entre eles próprios e iniciam um novo movimento que irá culminar com uma espontânea separação estrutural

Brisanet e Sercomtel também apostam na consolidação de ISPs para acelerar a expansão nos próximos anos

Luis Braido, que relatou a revisão da fusão Disney Fox em 2020, será responsável pela análise da venda da Oi Móvel a TIM, Vivo e Claro no colegiado máximo do Cade.

Droander Martins, CEO da Vispe Capital, explica que a maioria das fusões e aquisições entre o 15 mil ISPs brasileiros está acontecendo de forma discreta, com capital e por iniciativa dos próprios provedores

Casotti afirma que a Anatel tem os instrumentos para avaliar se a conduta da empresa é anticompetitiva e aplicar remédios, até a fixação de preço

Abrãao Balbino, superintendente da Anatel, disse que a agência vai esperar o resultado o leilão do 5G para decidir sobre a proposta de compra da Oi Móvel feita por Claro, Vivo e TIM, pois o leilão poderá mitigar alguns dos efeitos dessa oferta.

Rodrigo Leite prevê a possibilidade de 73 milhões de novos acessos em até 10 anos e o grande potencial de investimentos dos fundos de infraestrutura em fazer aquisições.

Segundo as contas da consultoria, o Brasil vai fechar 2020 com 50,7 milhões de assinaturas, enquanto a Anatel deve registrar 35 milhões

Presidente da Claro Brasil afirma que fatiamento da Oi Móvel entre as três operadoras vai melhorar o nível de competição e garantiu que as três grandes operadoras vão competir de forma agressiva pelos clientes

A TIM também está de olho nos contratos de aluguel de torres da Oi

Associação vê ameaça ao avanço das operadoras regionais e de menor porte. Diz que transação, se confirmada, tem potencial para destruir a competição no setor de telecom. E defende revisão dos TACs, da renovação automática de frequências e das regras do leilão 5G.

Proposta ainda é inicial e não vinculante. TIM e Vivo querem dividir entre si os ativos móveis da Oi. Negócio tem potencial para mudar o ranking das maiores empresas do setor. Oi afirma que ainda estuda alternativas.