
Ouvidoria da Anatel faz pesquisa sobre compartilhamento de postes
Objetivo é coletar informações para auxiliar na solução do tema que tanto afeta o setor
Objetivo é coletar informações para auxiliar na solução do tema que tanto afeta o setor
Ministério conta com a possibilidade de abertura do mercado de energia nos próximos anos, com possibilidade das concessionárias ampliarem receitas acessórias.
Representantes do setor de telecomunicações defendem que a gestão de postes seja definida por ator independente, desvinculado da Aneel. Tema foi debatido em painel do Futurecom 2022.
Alexandro Schuck, presidente da entidade e integrante do Comitê de Prestadores de Pequeno Porte (CPPP), pretende também ampliar a interação com a Anatel na redefinição dos serviços de telecom, em debate.
Operadora recomenda que sejam analisadas experiências internacionais de mapeamento e compartilhamento de infraestrutura antes da conclusão da proposta final
Para a Telcomp, somente Anatel, por imposição legal, é que deve participar de toda e qualquer regulamentação do setor de
telecomunicações e dos equipamentos associados ou uso compartilhado de infraestrutura
Para prestadoras de pequeno porte, este custo pode chegar a 35% de sua receita bruta, diz operadora
O corte deveria ser permitido não apenas para os cabos irregulares, mas também para aqueles que estão ocupando em duplicidade os pontos de fixação.
A empresa de infraestrutura também defendeu a criação de uma entidade sem fins lucrativos para gerir o insumo das concessionárias de energia elétrica.
A entidade entende que é necessário discutir o real problema: número de prestadoras por município versus a capacidade disponível para fixação de cabos de fibra óptica para se chegar a uma solução
Projetos de compartilhamento de postes que envolvem estradas, por exemplo, ficam suspensos de forma indefinida, aguardando aprovações de outras entidades, que, muitas vezes, abusam de sua competência ou autoridade legal ao dispor sobre direito de passagem”, assinala.
Segundo a entidade, a participação do órgão antitruste se justifica por se tratar de “Essemtial Facilities”, já que os postes são insumos essenciais à oferta do serviço e integram infraestrutura não duplicável.
Para a empresa, o surgimento do "posteiro", conforme propostas das agências reguladores, poderá drenar ainda mais os recursos de telecom.
Para a entidade, a forma como está proposta a terceirização da organização do poste poderá distorções na cadeia produtiva por introduzir sobrepreço adicional aos operadores de telecom.
Prazo de contribuição é de 60 dias, mas é esperado ainda muito debate em torno de uma proposta que desagrada às teles
Entidade aponta a desobediência a normas técnicas e a pouca efetividade do plano para reordenamento das fiações
A entidade pediu que a Anatel suspenda o projeto piloto. Na visão da Abrint, a proposta é oportunista e pode provocar conflitos com provedores
Conselheiro Moisés Moreira afirma que Ufinet tenta vender capacidade de sua rede óptica em projeto piloto no qual deveria atuar como operadora neutra de pontos de fixação em postes.
Assunto foi um dos temas do painel "O leilão do 5G: os novos serviços para a população e empresas", nesta quarta, 27, no INOVAtic
A limpeza dos postes e sua ocupação ordenada seria gerida e fiscalizada por entidades privadas regionais.