
Aspro, do DF, repudia corte de cabos feito pela Neoenergia
A entidade alega que a Neoenergia tem cortado de forma indiscriminada os cabos de telecom dos postes no DF.

A entidade alega que a Neoenergia tem cortado de forma indiscriminada os cabos de telecom dos postes no DF.

Conselheiro entende que colocar a distribuidora à frente do chamamento público pode trazer bons resultados em termos de responsabilização. Já outras mudanças que envolvem a cessão facultativa, demandam "maior reflexão".

Entidade defende que cidades tenham coordenador local para gerir uso de postes; associação de municípios do RS assinou protocolo de intenções para levar projeto às prefeituras da Grande Porto Alegre

Representantes do setor de telecomunicações defendem que a gestão de postes seja definida por ator independente, desvinculado da Aneel. Tema foi debatido em painel do Futurecom 2022.

Empresa repudia decisão da Justiça do DF que a proibiu de cortar as instalações consideradas na capital. Despacho atendeu pedido da Aspro.

O grupo Equatorial é a voz divergente do setor elétrico nesse quesito e também defendeu a criação de uma entidade sem fins lucrativos para gerir os postes.

Para a SEAE, a proposta "é oportuna, por seu impacto favorável ao ambiente competitivo".

Congresso virtual começa no dia 4 de abril e prossegue no dia 5. Reúne dirigentes dos mais importantes players de banda larga da região sul, além de dirigentes estaduais e reguladores.

A Oi está oferecendo a maior rede de transporte do país e novos serviços, como vídeo e Internet das Coisas para os ISPs. Segundo André Telles, a operadora quer suportar o crescimento da banda larga em parceria com os provedores locais.

A Oi está oferecendo a maior rede de transporte do país e novos serviços, como vídeo e Internet das Coisas para os ISPs. Segundo André Telles, a operadora quer suportar o crescimento da banda larga em parceria com os provedores locais.

Segundo Basílio Perez, já existem mais de quatro mil empresas que se cadastraram na Anatel como provedores de banda larga, mas que não querem a licença de SCM. E muitos licenciados devem ser muito pequenos, mas estão todos com a documentação registrada.

Segundo Luciano Carvalho, o preço de referência do compartilhamento do poste está em R$ 4,13 (com a correção inflacionária), mas a Cemig só fica no final com R$ 1,30.

Devido ao ingresso da 5G, as duas agências correm contra o tempo para definir as novas regras de compartilhamento. Irão prever a limpeza dos postes, normas que impeçam o retrocesso e novas formas de precificação. A tarifação do ponto de fixação não está descartada.

Para a Secretaria de Acompanhamento Econômico, não há a necessidade de uma nova regulamentação por parte da Anatel, até porque não há conflitos nesse segmento, alerta.