
Anatel aprova aumento de capital da Claro
Operação não altera o controle societário da companhia
Operação não altera o controle societário da companhia
Fundo afirma que comprou fatia apenas para fins de investimento e que não pretende buscar o controle ou mudar a administração da Oi.
Oi espera que aporte de capital novo seja completado pelos fundos que se comprometeram a investir na companhia na aprovação do plano de recuperação judicial, em dezembro de 2017.
No presente caso, a entrada de novos acionistas, a qual afetará o bloco de controle da companhia, não importa aquisição de market share nos mercados de serviços de telecomunicações explorados, afirma a agência
Companhia também marca para o dia 26 deste mês a reunião do Conselho de Administração que deliberará sobre o aumento de capital
O capital social da companhia mineira passou de R$ 721,42 milhões para R$ 1,09 bilhão
Algar se aproxima de obter valor máximo previsto no aumento de capital, que seria de até R$ 379 milhões. Sobras do aumento serão vendidas a sócios que demonstraram interesse.
Operadora levará FTTH ou FTTC a 4.090 localidades. Na telefonia móvel, ativará 4,5G em 1.160 cidades.
Companhia prevê terminar a conversão de dívida em equity já neste trimestre. Em um ano, a quantidade de ações emitidas passará de 676 milhões para 5,65 bilhões.
Companhia vai emitir mais ações, que poderão ser compradas pelos atuais acionistas ou por bondholders qualificados conforme critérios do plano de recuperação judicial.
Acionistas se reuniram em assembleia nesta quinta-feira. Aprovaram também que Alfonso Orlandi passe integrar o conselho de administração da companhia.
Acionistas queriam que o período de negociação dos direitos de subscrição fosse prorrogado para além da data de realização do leilão do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações.
Como a operadora está em período de silêncio, nenhum executivo da companhia nem da holding informa o volume de recursos a ser captado. Dizem apenas que eles serão usados nos projetos já aprovados de expansão da empresa.
Operadora convoca assembleia para votar capitalização da empresa, de R$ 1,33 bilhão. Proposta foi revista e ampliada, comparada à que estava em pauta no primeiro semestre.
Operadora já cogitaria emitir novas ações após aprovação do plano de recuperação para financiar investimentos, diz agência.
Aumento do capital social, de pouco mais de R$ 1,2 bilhão, vai ressarcir União por investimentos no PNBL e SGDC. Minoritários terão preferência. Se não exercerem, serão diluídos. Plano será votado em 01 de junho.
A empresa vai emitir novas ações, tendo a União direito de comprar a maior fatia. O aumento de capital será da ordem de R$ 855 milhões, motivado pelos recursos transferidos pelo governo entre os anos de 2011 e 2015.
A operadora é controlada por fundos off shore e tem licença de trunking, banda larga e telefonia fixa