
PGMC: Decisão da Anatel leva a concentração no móvel, diz Abratual
Entidade afirma que a retirada de MVNO e EIR do PGMC desvirtua processo iniciado em 2020, contraria sinalizações anteriores da agência e ameaça a competição no mercado móvel.

Entidade afirma que a retirada de MVNO e EIR do PGMC desvirtua processo iniciado em 2020, contraria sinalizações anteriores da agência e ameaça a competição no mercado móvel.

Abratual acusa a Base Mobile de revender telecomunicações sem licença, o que a empresa nega. Anatel diz que caso carece de comprovação.

Cade também diz que precisa de mais tempo para analisar viés concorrencial do caso Base Mobile, enquanto o TCU isentou-se de decisão nesta quarta-feira, 4.

A Anatel julga dia 1º se Winity e Vivo podem fazer uma parceria para uso compartilhado de espectro e ativos de rede. O Cade ainda não marcou data, mas deve votar até meados de setembro.

Entidade que representa MVNOs, Abratual envia nota ao Tele.Síntese na qual afirma que a compra de chips pela Base para repasse a estados é revenda de serviço de telecom, o que é ilegal.

Associação Brasileira da Operadora Móvel Virtual (Abratual), Cubic Telecom e TIM sugerem ao PGMC que as medidas atuais disponíveis para as MVNOs precisam evoluir, modernizar com base no mercado.