
Novo PGMU torna reversível rede de 4G a ser implantada
Plano Geral de Metas de Universalização reduz significativamente a planta de orelhões e dá prazo de 4 meses para instalação de linhas fixas, além de prever a implantação de antenas de 4G.

Plano Geral de Metas de Universalização reduz significativamente a planta de orelhões e dá prazo de 4 meses para instalação de linhas fixas, além de prever a implantação de antenas de 4G.

Essa tecnologia melhora a qualidade da voz, pois é transportada na tecnologia LTE, a quarta geração do celular.

Para 2019, prioridades são investimento em infraestrutura celular e fixa (FFTH), digitalização e melhoria no atendimento ao cliente

No Brasil, dependência faz indústria descartar risco de governo Bolsonaro banir fabricante chinesa caso promova alinhamento estratégico aos EUA.

O secretário de Telecomunicações defende a proposta que está na Casa Civil pois ela irá atender localidades sem serviço.

Segundo consultoria Opensignal, rede LTE brasileira é 4,5 Mbps mais veloz, em média que a média de velocidade dos acessos WiFi no país.

Arujá, Mogi das Cruzes, Carapicuíba e Itaquaquecetuba passam a contar com agregação de portadoras na banda larga móvel.

Desde agosto até 15 de novembro, operadora terá liberado a função de voz HD para clientes de 24 cidades.

Os investimentos adicionais resultantes desse acordo serão direcionados para as redes de 4G em localidades não atendidas.

Operadora reitera que DTH não é mais prioridade na TV, e deposita as fichas na fibra e no 4G. Este já ativou em 850 cidades.

Para Juarez Quadros, a troca de orelhões por antenas de 4G proposta pelo ministério irá fazer com que essas antenas passem também a ser bem reversível à União, o que, no seu entender, irá trazer muitos outros problemas, como o que ocorreram no passado com o backhaul.

Camilla Tápias ainda quer conhecer em detalhes a proposta do novo PGMU, mas estranha que a empresa seja obrigada a instalar antena de celular como obrigação de serviço de telefonia fixa.

A operadora antecipou em dois meses a meta de chegar em 2 mil cidades brasileiras com o serviço de Voz sobre LTE

Segundo o ministro, as concessionárias terão que instalar antenas de LTE em distritos não atendidos com a rede celular

Em agosto, tecnologia LTE já respode por 122,6 milhões dos 234,3 milhões de acessos ativos

Nem São Paulo, nem Rio de Janeiro ficam no topo das cidades em que o usuário consegue se conectar com mais frequência e por mais tempo numa rede 4G. Em termos de velocidade, Porto Alegre tem o LTE mais rápido do país.

5G e IoT são ainda um desafio para as operadoras, que precisam encontrar uma forma de ganhar dinheiro com essas tecnologias. LTE deve se manter como principal fonte de receitas pela próxima década, aponta a GSMA

Mais de dois mil distritos que não integram as sedes municipais não têm uma única antena de celular, diz Anatel.

Em menos de um mês com a 4G ativada em 700 MHz, os clientes também aumentaram 14% nessa tecnologia.

Do total de 234,75 milhões de acessos de telefonia celular em serviço em julho, 51,39% ( 120,63 milhões) têm a tecnologia 4G. Mas ainda há 27 milhões de celulares sem acesso à internet no país.