Sem teles, Futurecom põe foco nas tecnologias disruptivas

O Futurecom 2018 vai privilegiar, em seu temário, o debate sobre tecnologias como inteligência artificial, blockchain e realidade virtual e aumentada.

Em sua 20ª edição, o Futurecom, a maior feira de tecnologia e telecomunicações da América Latina, não vai contar, entre seus expositores, com a participação das operadoras de telecomunicações que atuam no Brasil. Talvez, por isso, o foco do evento, que acontece entre os dias 15 e 18 de outubro no São Paulo Expo, na capital paulista, vai estar menos concentrado nas telecomunicações, e mais nas tecnologias que sustentam a transformação digital que está revolucionando a forma como as empresas – e organizações em geral — trabalham e se relacionam com os clientes.

Para Hermano Pinto, diretor de portfólio da Informa Exhibitions e responsável pelo Futurecom, uma das tecnologias que terão mais impacto nos próximos anos será a inteligência artificial. “Esta é uma das tecnologias que compõem o ambiente de disrupção do ecossistema que demonstraremos ao longo do Futurecom”, afirma Hermano. Outras tecnologias disruptivas que estarão na pauta do debate são blockchain, realidade virtual, big data, analytics.

A edição comemorativa de 20 anos do Futurecom trará algumas novidades. O congresso, que terá três grandes blocos de temas – o novo ambiente de negócios, hiperconectividade e tecnologias disruptivas –, será realizado em oito auditórios, sendo três exclusivos para congressistas e cinco com conteúdo livre a todos os visitantes. Outra novidade é o destaque que será dado às novas cadeias de valor e novos formatos de negócios .

Na edição deste ano, o Futurecom terá espaços reservados para cinco grandes temas: Internet das Coisas, com soluções e demonstração de aplicações; Redes, uma exposição inédita destinada a empresas com foco em redes, serviços, integração e fornecedores de infraestrutura e equipamentos auxiliares; 4Corp-Digital Disruption for Business, ambiente de relacionamento e negócios; Futuretech, para mostrar as tecnologias que impulsionam a disrupção e a forma de fazer negócios; e Telco Transformation. As startups, as aceleradoras e o meio acadêmico terão o espaço Inovação, que contará com um conselho especialmente criado para ajudá-los em mentoria, dinâmicas, hackathons e busca de investidores. (Com Assessoria de Imprensa)

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Da Redação

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