
Bondholders preferem a “falência à proposta injusta” dos acionistas da Oi
Em carta aberta, os bondoholders europeus se dizem famílias que investiram suas economias na Oi e que não aceitam ser associados as fundos abutres.

Em carta aberta, os bondoholders europeus se dizem famílias que investiram suas economias na Oi e que não aceitam ser associados as fundos abutres.

De um lado, mercado financeiro vê aceleração do endividamento da operadora com a oferta de US$ 85,5 pela empresa de mídia. De outro, entraves regulatórios podem onerar o negócio em US$ 10 bilhões. Venda de ativos, inclusive no Brasil e América Latina, podem ser forma de companhia rentabilizar aquisição, transformando-se em OTT.

Cidade se torna primeira French Tech Hub da América Latina.
O app de Stopover lançado sob a gestão de Abílio Martins permite uma "esticada" na capital portuguesa, sem custo adicional na passagem, e ainda traz dicas culturais.

A Xura também fornecerá sistema anti-spam no SMS para o grupo espanhol

Daniel Ek, co-fundador, passa a acumular o cargo de CEO e de chairman, em meio a preparativos para abertura de capital no ano que vem

O novo sócio da Oi, Nelson Tanure, resolveu abrir seus planos. O acordo com os sócios portugueses da Pharol não o impede de criticar o plano de recuperação apresentado, e prometer que está sendo feita uma atualização com novos conceitos, que não preveem o fatiamento da operadora. Mas defende uma hierarquia para o pagamento dos credores, na qual os atuantes bondholders e mesmo os acionistas seriam os últimos da lista a receber. No fim, assegura que a Oi não irá precisar "de um tostão de dinheiro público".

A habilitação de crédito, que é o termo jurídico para a contestação da lista apresentada pela empresa de recuperação judicial é comum, porque a lista definitiva é elaborada pelo administrador judicial, afirma a advogada Luciana Nogueira

Desenvolvedora vê potencial nos 60% de usuários de smartphone do país que não usam ferramentas de segurança no Android.

O fundo norte-americano defende ainda que o conglomerado sul coreano pague US$ 27 bi aos acionistas

A Ericsson passará a vender produtos e serviços da Cisco no Brasil

A Telefónica, que controla no Brasil a Vivo, vai abrir o capital de sua operadora de celular da Inglaterra, a O2. Para isso, contratou os bancos Barclays, UBS e Morgan Stanley. Será a maior IPO desde 2011 no país, no valor de mais de € 10 bilhões, e deverá estar concluída no início de 2017.

Spin off brasileira da norte-americana Genesys, a Mutant contou com o apoio dos fundos de equity Permira e Technology Crossover Ventures para realizar a operação

Rumores de que o microblog está à venda circulam no mercado há alguns meses. Mas, dessa vez, a lista de interessados e as ofertas são mais concretas, a ponto de serem noticiadas por um canal de TV norte-americano. O board da empresa confirma as negociações.

A multa foi aplicada devido ao rombo de quase 1 bilhão de euros da Portugal Telecom na compra de títulos do controlador, sem informar aos acionistas.

As inscrições vão até o dia 11 de outubro e as selecionadas participam de um treinamento de seis meses.

Segundo o jornal Valor Econômico, o grupo mexicano teria interesse em comprar qualquer área da Oi que fosse colocada à venda.

O número de operações foi menor do que no primeiro semestre de 2015 (38 contra 50), mas elas movimentaram maior volume de recursos, segundo relatório da Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais.

A associação diz ainda que o plano de recuperação apresentado "é inviável".

Os produtos SaaS serão comercializados para as pequenas e médias empresas