
AT&T lançará serviço de streaming financiado por publicidade
O lançamento deve acontecer no começo do quarto trimestre do ano
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O lançamento deve acontecer no começo do quarto trimestre do ano

O serviço Now Online ficou disponível para clientes Claro HDTV em dezembro de 2015.

Facebook comemorou a soltura de Dzodan, classificou prisão de medida "arbitrária" e disse se preocupar com efeitos da medida para a "inovação no Brasil".

O delegado Fabiano Barbeiro disse ontem, 2, na CPI dos crimes cibernéticos, que a empresa ainda não forneceu as informações sobre os investigados. Para a polícia a empresa não fornece os dados apenas por motivos comerciais.
O lucro líquido do ano foi de US$ 105,8 milhões crescimento de 46% comparado a 2014.

A diretora do Departamento de Serviços e de Universalização de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Miriam Wimmer, admitiu hoje, 1, em audiência na Câmara dos Deputados, que mudanças na concessão de telefonia fixa, como alteração na área ou nas metas de universalização, podem ser implementadas por mecanismos infralegais e regulatórios da Anatel.
Mesmo que existissem, sistema de criptografia impediria sua decodificação, segundo empresa
A Anatel recorreu ao acórdão do TCU, que manda a agência enviar para o órgão três meses antes de qualquer mudança os estudos sobre a reversibilidade dos bens.
Para a operadora, usuário deve controlar restrições de rede, para a fornecedora, futuros serviços precisarão de tratamento diferenciado
Prática seria modelo comercial inovador, garantido pelo Marco Civil da internet segundo empresas, violador do princípio de internet aberta, conforme CTS-FGV e Access

O produto foi lançado em março de 2015 em Curitiba (PR), Natal (RN) e Uberlândia (MG). Mais de 37 mil pessoas já aderiram ao serviço, totalizando, entre depósitos e compras, R$ 700 mil em movimentações.

O papel da Anatel na fiscalização e regulação previsto na proposta de Decreto do Marco Civil da Internet provocou críticas de entidades dos consumidores, da sociedade civil e empresariais. Para a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, por exemplo, a proposta de regulamentação, ao conceder à agência o poder de avaliação dos acordos realizados entre provedores de conexão e provedores de acesso à aplicação poderá inviabilizar novos negócios