
Claro quer detalhamento sobre limpeza de 3,5 GHz no leilão 5G
Para companhia, mitigação das interferências deve ficar bem especificada para evitar judicialização futura
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Para companhia, mitigação das interferências deve ficar bem especificada para evitar judicialização futura

Operadora acredita na criação de novos modelos de negócio também com o compartilhamento de infraestrutura

“Espectro deve ser economicamente acessível, adquirido por meio de leilões sem viés arrecadatório, incentivando o investimento em redes”, frisa a entidade.

Coletivo propõe também exigência de conteúdo nacional e PPB nas novas redes, a exemplo do que foi feito no leilão de espectro 4G em 2012.

A operadora está adotando as tecnologias NB-Iot e CAT-M

Empresas defendem uso do satélite em redes de transporte, especialmente em áreas remotas. Fórum Global VSAT, por sua vez, diz que tirar satélites da banda C é quase inviável.

Por meio da Wayra, o segmento de B2B da operadora está investindo na IoTag, selecionada para o Agro IoTLab.

A operadora pretende estar em toda a cadeia produtiva de seus clientes.

As faixas de 450 MHz e até de 1800 MHz estão sendo usadas. E a de 250 MHz para o Serviço Limitado privado.

A avaliação é do diretor jurídico da Abes, que vê dificuldade em provar se programa foi adequado ou totalmente alterado para se ajustar às necessidades do cliente

Entidade pede também uma definição clara do que é serviço de telecomunicação e de valor agregado, para evitar contenciosos milionários

Fabricante sugere que parte do espectro hoje usado pelas empresas de satélite seja destinado às operadoras móveis, inclusive em banda Ka.