
Para analistas, compra da Oi Móvel por Claro, TIM e Vivo deve reequilibrar competição
Estimativa do Bradesco BBI é de que Claro fique com 10% da Oi Móvel, Vivo com 40%, e TIM com 50%.
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Estimativa do Bradesco BBI é de que Claro fique com 10% da Oi Móvel, Vivo com 40%, e TIM com 50%.

Terceiros podem construir a rede ou administrar ativos existentes. Abordagens variam e levam em conta apetite ao risco por parte dos franqueados.

O TIM Live, presente em 27 municípios, ultrapassou os 600 mil clientes.

Mercado retoma crescimento graças à forte demanda por PCs móveis e começa recuperação após interrupções na cadeia de suprimentos causadas pela COVID-19

A empresa divulgou o seu Relatório de Sustentabilidade de 2019 e informa que usou 1,25 bilhão de kWh de energia limpa.

Rede móvel da operadora também estará disponível para franqueados, afirma o fundador da Brisanet

BNDES emprestará valores acima de R$ 10 milhões e o BRDE, entre R$ 50 mil e R$ 10 milhões. Exibidores com até 20 salas de cinema poderão receber recursos não-reembolsáveis.

Rivais da Oi poderão alugar a rede de última milha não ocupada pela operadora, avisa o diretor de atacado da companhia, André Telles

Clientes novos podem assinar banda larga já com o valor da mensalidade da Netflix embutida. Clientes atuais podem pedir para incluir na cobrança da Vivo a assinatura do app de streaming.

Não são as três grandes operadoras brasileiras - Claro, TIM e Vivo- as únicas interessadas pelas operações móveis da Oi que estão à venda. A Algar Telecom e seu sócio de Cingapura, o fundo de investimentos Archy, também apresentaram oferta firme para a compra integral das operações móveis. No caso dessa proposta, no entanto, a Oi não será fatiada, e permanecerá mais um concorrente no mercado brasileiro de telefonia celular.

Presidente de entidade, Luciano Stutz estranhou a inconstitucionalidade levantada cinco anos depois da aprovação das regras; se a tese for acolhida, o setor de telecom será onerado a favor da administração pública e das concessionárias de rodovias, prevê.

Empresa de infraestrutura pretende pagar R$ 1 bilhão pelos ativos espalhados pelo Brasil. Venda ainda depende da revisão do plano de recuperação judicial da Oi.