Fundo Socioambiental do BNDES amplia em R$ 50 mi

O Fundo Socioambiental requer que todo o investimento seja feito no modelo não reembolsável, que não necessita de quitação do crédito.
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Crédito: Freepik

O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou o orçamento do Fundo Socioambiental em R$ 50 milhões, de R$ 100 milhões para R$ 150 milhões. Os recursos serão voltados para os setores de educação, meio ambiente e geração de emprego e renda.

Todo o investimento será feito no modelo não reembolsável, ou seja, que não necessitam de quitação do crédito, desde que seja comprovadamente cumprido o contrato estabelecido e realizado o objeto da contratação, com a efetiva contrapartida socioambiental.

Como nos programas Salvando Vidas, Floresta Viva e Resgatando a História, o BNDES aportará até um real para cada real investido por outros apoiadores, ampliando o impacto dos recursos públicos e engajando recursos privados para apoiar as ações. Com essa dotação adicional, os aportes do banco podem viabilizar o apoio da ordem de R$ 300 milhões.

Das propostas recebidas, após exame do Comitê Consultivo do Fundo Socioambiental, etapa inicial de tramitação, 13 projetos, que somam R$ 153 milhões em investimentos, foram considerados aptos para seguir no processo de análise do BNDES. Desse total, é  pleiteado ao BNDES R$ 76 milhões, sendo R$ 32 milhões em sete projetos de educação, R$ 32 milhões em quatro de geração de emprego e renda e R$ 12 milhões em dois de meio ambiente.

Dentre os projetos aprovados, vários deles apresentam elevado impacto social e ambiental e envolvem a digitalização de dezenas de redes de educação pública, a implantação de práticas pedagógicas inovadoras e o combate ao analfabetismo.

Os projetos, em geral, serão instalados em regiões isoladas e/ou em áreas de menor desenvolvimento econômico do país.  As propostas consideradas não aptas podem ser reelaboradas e submetidas novamente ao Banco.

“O Fundo Socioambiental é instrumento perene de apoio do BNDES a projetos com elevada capacidade de inclusão social e de preservação do meio ambiente. Com esse aumento de 50% do orçamento, o banco reforça seu compromisso e amplia o potencial de contribuição de outros parceiros, em formato de matchfunding, chegando ao expressivo valor total de R$ 300 milhões. Isso significará um impacto ainda maior na última milha para quem mais precisa” afirma Bruno Aranha, diretor de Crédito Produtivo e Socioambiental do Banco.

(Com assessoria)

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Redação DMI

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