
Preocupação na TIM é fazer governo liberar mais espectro no novo modelo de telecom
Empresa aposta as fichas nos 700 MHz para multiplicar cobertura e passar a oferecer mais serviços em todo o país.

Empresa aposta as fichas nos 700 MHz para multiplicar cobertura e passar a oferecer mais serviços em todo o país.

CEO da TIM Brasil, Stefano De Angelis, questiona viabilidade de ofertas gratuitas de serviços que concorrem com os tradicionais das teles. Também deu mais detalhes do plano industrial, que prevê mais fibra óptica, 3G e 4G.

Para o presidente da Anatel, muitos vezes não há o que mediar nos conflitos entre as reclamações dos consumidores e as operadoras quando o que falta é cobertura celular.

Companhia vai aproveitar potencial do espectro de 700 MHz para ofertar banda larga residencial usando sua rede móvel além das capitais de Rio e São Paulo.

Segundo o presidente da Agência, Juarez Quadros, o processo ainda está em análise e não há data definida para sua apresentação.

A maioria dos novos lançamentos ocorre entre os anos de 2017 e 2018 aqui no Brasil. E os operadores que já estão presentes também continuam na disputa.

Os operadores de satélite que participam de projetos em consórcio de construção de satélites de órbita baixa estão otimistas. E mesmo quem não está diretamente envolvido acha que agora vai.

A equipe técnica da Anatel encaminhou ao conselho diretor proposta de resolução ampliando o espectro destinado aos satélites de band Ka, a partir dos resultados da consulta pública.

A empresa já formou 20 mil profissionais no Brasil em dez anos e planeja formar outros 20 mil nos próximos três anos.

Falta de um organismo único que coordene políticas públicas, diferença dos níveis de conectividade e desarmonia de leis barram o conceito na região

Segundo Amos Genish, o grupo prefere que a Oi volte a ser uma forte competidora. A Vivoai fazer o refarming da faixa de 1,8 GHz e só vai investir em 4G e fibra óptica no próximo anjo.

Para o executivo, o melhor agora é esperar a decisão do Congresso Nacional sobre a mudança do modelo. Ele não vê problemas no adiamento por algumas semanas ou meses do cronograma de desligamento da TV analógica em Brasília e São Paulo.

Para Amos Genish, as operadoras estão mais sensíveis à reação dos consumidores contrária ao corte da internet após a franquia da banda larga fixa, e defende um debate amplo com todos.

Pasta diz procurar forma de reduzir custos fiscais e mora alfandegária para o segmento

Secretário de telecomunicações do governo lembra: “outubro é um mês mágico, em que as operadoras estão terminando seus planos de ação”

André Borges, secretário de telecomunicações da pasta, admite que ainda falta consenso para parte das metas e ações, mas prevê uso de rádio e satélite nos 25% restantes dos municípios

O presidente da Telefônico Vivo disse que a adoção do novo modelo de negócios passa pelo entendimento de que uma operadora tem que ir muito além da conectividade, de oferecer serviço só de massa e que ela tem que usar seus dados analíticos para entender as necessidades dos clientes e oferecer serviços personalizados.

MCTIC negocia alterar termos do leilão de 2,5 GHz para incentivar instalação do LTE em áreas ainda sem telefonia móvel

O ministro Gilberto Kassab se comprometeu, na abertura do Futurecom, a elaborar um projeto para viabilizar a redução da carga tributária do setor no longo prazo, já que no momento o governo não pode abrir mão de qualquer recurso. Esse compromisso veio logo após um novo aumento do ICMS, decidido desta vez pelo STF.

As aplicações em Internet das Coisas tiveram destaque no stand da empresa ao lado do rádio 5G.