Anatel prorroga consulta sobre mercados de IoT e M2M
Anatel prorrogou até 13 de setembro a Tomada de Subsídios sobre mercados de IoT e M2M e realizará workshop técnico em agosto para discutir aspectos regulatórios e concorrenciais.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prorrogou até 13 de setembro de 2026 o prazo para envio de contribuições à Tomada de Subsídios nº 3/2026, que reúne informações para subsidiar a avaliação dos aspectos regulatórios e concorrenciais dos mercados de comunicação máquina a máquina (M2M) e Internet das Coisas (IoT).

A decisão foi tomada pela Superintendência de Competição (SCP) após pedidos de interessados que solicitaram mais tempo para analisar as questões submetidas à consulta, em razão da complexidade técnica do tema.
Além da ampliação do prazo para participação, a Anatel realizará, em 13 de agosto, às 8h, em sua sede, em Brasília, o workshop técnico “Desenvolvimento do Ecossistema M2M/IoT no Brasil”, que integra as atividades de instrução do processo regulatório.
Ecossistema de IoT em debate
O workshop reunirá representantes do mercado para discutir questões regulatórias e concorrenciais relacionadas à expansão do ecossistema de M2M e IoT no país.
Entre os temas previstos pela Agência estão:
- conectividade de dispositivos;
- soluções baseadas em Internet das Coisas;
- conectividade veicular;
- serviços financeiros;
- cidades inteligentes;
- aplicações voltadas à prestação de serviços públicos.
A expectativa é reunir contribuições técnicas dos diferentes segmentos da cadeia de valor para subsidiar a análise da Anatel sobre a evolução desses mercados.
Processo regulatório
A Tomada de Subsídios nº 3/2026 integra o processo conduzido pela Superintendência de Competição para avaliar se o atual ambiente regulatório acompanha a evolução das aplicações de M2M e IoT e se existem questões concorrenciais que demandem eventual atuação da Agência.
Segundo a Anatel, tanto a consulta pública quanto o workshop têm como objetivo coletar informações técnicas e experiências do mercado que possam orientar futuras decisões regulatórias relacionadas ao desenvolvimento do ecossistema brasileiro de Internet das Coisas. (Com assessoria de imprensa)




