
Lucro da Qualcomm aumenta 33% no trimestre
Fabricante de chips melhora vendas nos três meses encerrados em setembro, corta gastos, vê lucros em 12 meses também crescerem.

Fabricante de chips melhora vendas nos três meses encerrados em setembro, corta gastos, vê lucros em 12 meses também crescerem.

Ganhos cresceram 143 vezes em um ano, graças a aumento da margem e demanda por fibra apagada.

Companhia pretende se tornar lucrativa em 2017, e diz que mudanças resultarão em economia de US$ 100 milhões ao ano - montante do prejuízo trimestral.

Companhia registrou queda de receita em praticamente todas as suas unidades de negócio e registrou prejuízo, ao contrário de um ano atrás.

Operadora registrou crescimento de receita na telefonia móvel e na TV paga mesmo com retração da base de clientes por conta de aumento do pós-pago e das assinaturas de IPTV, mais caras. Na banda larga fixa, melhorou o resultado e expandiu a base. Já a telefonia fixa mantém a trajetória descendente, de perda de clientes e de receita.

Companhia antecipou resultados ruins obtidos no período, com queda de 93% dos lucros devido a redução de investimentos em redes por parte das operadoras de Brasil, Rússia, Oriente Médio e Europa.

Abertura do escritório faz parte da estratégia de expansão internacional da empresa, que tenta reverter prejuízo registrado em 2015

Lucro da empresa aumenta 7% nos últimos 12 meses. Mesmo assim, demitirá 5,5 mil pessoas a partir deste semestre.

Concessionária mineira cresceu em receita, lucro, EBITDA e usuários. Apenas em TV paga encolheu no período.

Empresa registrou aumento do churn, encolhimento da base de usuários e redução da receita média por cliente. Em compensação, conseguiu cortar despesas no país e reverter o prejuízo operacional registrado em junho de 2015 por lucro.

A fabricante de soluções de infraestrutura de telecomunicações viu encolher todos os segmentos de negócio. Recuperação judicial da Oi derrubou lucro operacional da empresa na América Latina.

Empresa vê debandada da concorrência deste modelo de negócio. Daniel Hajj, CEO da AMX, afirma, também, que foco da operação brasileira passou a ser o pós-pago e que sinergias da integração entre Claro, NET e Embratel ainda levam até dois anos para serem completamente obtidas.

Companhia obteve mais receita, mas enfrenta gastos menores dos clientes na telefonia móvel e aumento de custos com manutenção, energia, contratos em dólar e inadimplência.

Grupo controlador da Claro registrou queda na base de assinantes entre abril e junho, em função dos desligamentos no pré-pago da operação brasileira.

Quase todas as métricas do balanço apresentaram desempenho negativo no período. A receita foi de € 12,7 bilhões, 7,7% menos que um ano antes. O lucro líquido despencou 54,5%, para € 693 milhões. E o CAPEX foi reduzido em 45,8%, para €1,96 bilhão.

Companhia atingiu marca de 1,71 bilhão de usuários mensais, um crescimento da base de 15% em um ano.

Operadora promete levar redes 4G a mais 150 cidades do país. Também vai expandir a rede de banda larga fixa entregue por fibra óptica. Fará isso gastando menos que o previsto no começo do ano, quando indicou CAPEX equivalente a 20% da receita para o período.
Companhia gerou mais caixa, mas não conseguiu aumentar as vendas, especialmente na América Latina, onde registrou encolhimento de 14,4% nas receitas.

Controladora da TIM Brasil reduz investimentos em todas as operações. Operação brasileira mantém tendência e perde mais importância dentro dos resultados do grupo.

Netflix descarta aumento da competição como motivo para menos adesões. Mesmo com desempenho abaixo do planejado, receita e lucro cresceram.