
Resiliência vira eixo da cibersegurança em 2026, aponta Apura
Relatório da Apura indica que ainda invasões são inevitáveis, mas velocidade de detecção e recuperação vai ditar qualidade da resposta corporativa aos ataques

Relatório da Apura indica que ainda invasões são inevitáveis, mas velocidade de detecção e recuperação vai ditar qualidade da resposta corporativa aos ataques

Levantamento da empresa de segurança cibernética Kaspersky indica que comércio é predominantemente feito no modelo “as a service”; software que sequestra dados representa 60% das aquisições de cibercriminosos

Levantamento envolve 2,8 mil entrevistados. Entre eles, menos da metade relatou ter um plano formal de contra sequestro de dados.

O Brasil retornou ao ranking dos cinco países que mais sofrem ataques ransomware. Panorama mundial mostra o país na quarta posição.

Pesquisa da Kaspersky afirma que apenas oito grupos de ransomware podem ser responsabilizados por ataques a mais de 500 empresas no mundo.

Os números mostram o Brasil como o segundo país mais visado da América Latina, atrás do México, com 85 bilhões, segundo a Fortinet.

Estudo da Check Point Research aponta pico histórico de ataques cibernéticos no mundo. No Brasil, aumento de 46% no 2T22.

O país ficou logo atrás dos EUA e França no ranking que tem ainda Taiwan e Alemanha entre os principais alvos, segundo pesquisa.

Brasil fica atrás somente dos EUA, da Alemanha e do Reino Unido no ranking dos 10 principais alvos globais de ransomware.

A tendência é que o ransomware continue sendo a maior ameaça cibernética no Brasil e no mundo, segundo relatório da Apura Cyber Intelligence.

Em comunicado, empresa relata que faltam importantes etapas para conseguir a retomada da operação. Companhia foi atacada no dia 2, sábado.

Os dados do semestre já superam o volume de todo o ano passado, apontam empresas de segurança

Aplicativo falso, quando baixado, criptografa e bloqueia o acesso às informações armazenadas nos celulares, computadores e outros dispositivos

Automação e análise avançadas transformam o gerenciamento de segurança em um processo automatizado, dinâmico e preditivo

Segundo dados da IBM, em 2016 o número de novos ransomwares
aumentou em 6.000% quando comparado com 2015. O ataque de ontem, com foco na vulnerabilidade do STM versão 1 do Windowa, reforça a necessidade de proteção. Ambientes Linux não estão imunes.

Com uma variação do virus Petya, o PetWrap, hackers travaram máquinas exigindo resgate de US$ 300 por usuário. Os países mais afetados foram Ucrânia, Rússia, França e Espanha.

A Kaspersky Lab detectou existência de 218,6 mil ransomware no primeiro trimestre do ano, ante 61,8 mil no mesmo período de 2016

A quantidade de ataques de ransomware em dispositivos móveis cresceu cinco vezes, passando de 18.478 em 2014 para 94,344 em 2015. Brasil figura países com mais usuários atacados.