
Cai confiança da indústria
O indicador da CNI recuou 2,6 pontos na passagem de setembro para outubro e está em 60,2 pontos.

O indicador da CNI recuou 2,6 pontos na passagem de setembro para outubro e está em 60,2 pontos.

Segundo o IBGE, crescimento industrial é concentrado, principalmente, em alimentos e derivados do petróleo, 16 segmentos apresentaram queda.

Houve alta na fabricação em apenas parte dos equipamentos da área, mas avanço chega a ser 15 vezes menor comparado ao mesmo período de 2021.

No primeiro semestre, a indústria acumula queda de 2,2% e, em 12 meses, de 2,8%, segundo Pesquisa Industrial Mensal do IBGE.

O principal problema levantado por 52,8% das indústrias brasileiras situa-se na falta ou no alto custo das matérias-primas, segundo a CNI.

Os destaques do mês foram Rio de Janeiro (5,9%), Santa Catarina (3,3%) e Bahia (3,0%), com as maiores expansões na produção.

As empresas ainda percebem o aumento do custo de produção industrial e refletem a escassez de algumas matérias-primas.

Na comparação com 2021, a produção industrial acumula queda de 4,5% no primeiro trimestre de 2022, segundo o IBGE.

Produção industrial permanece 2,6% abaixo do patamar de antes da pandemia e 18,9% abaixo do recorde alcançado em maio de 2011.

A produção industrial está 3,5% abaixo do patamar de antes do início da pandemia e 19,8% abaixo do recorde de maio de 2011.

O resultado contou com a base fraca de comparação, uma vez que a atividade do setor no primeiro semestre do ano passado ainda estava sofrendo impacto das medidas restritivas decorrentes da pandemia de Covid-19.

Resultado foi puxado pelo aumento na fabricação de televisores, transmissores ou receptores de telefonia celular, telefones celulares e computadores pessoais portáteis

Mas na comparação anual, a queda é de 4,9% com a redução da fabricação de celulares e PCs

Na comparação anual, entretanto, a queda foi de 31,1%, como mostra pesquisa do IBGE

Segundo pesquisa realizada pela Abinee, impacto nos resultados foi percebido nos meses de abril e maio; 70% das fabricantes afirmaram que não demitiram

Queda foi de 7,2%, mas taxa anual continua positiva em 1,2%, diz IBGE

Alta foi sustentada pela fabricação maior de televisores, placas de circuito impresso, cartões inteligentes, relógios e equipamentos de automação

Consultoria Canalys revê números para o primeiro trimestre de 2020. Apple será a mais afetada. Após a desistência de mais empresas, GSMA proíbe a entrada de pessoas vindas da província de Hubei no MWC 2020.

Já a fabricação maior de televisores sustentou a alta de 9,5% no confronto com igual mês do ano anterior

Na comparação com igual mês de 2018, a alta chegou a 2,8%, na contramão do resultado da produção industrial como um todo, que recuou 1,7%