
Operadoras, provedores, investidores visitam data room da Cemig Telecom
O movimento no data room da Cemig Telecom indica que a disputa pelo Lote 1 deve ser acirrada. Leilão será dia 25 deste mês.

O movimento no data room da Cemig Telecom indica que a disputa pelo Lote 1 deve ser acirrada. Leilão será dia 25 deste mês.

Leilão será aberto na próxima semana, para cadastro dos interessados. Lances devem ser feitos em 25 de julho.

Conselheiro Leonardo de Morais diz que pretende levar a consulta pública, até junho, texto sobre uso dos 3,5 GHz e dos 2,3 GHz. E que regras para a venda das sobras de 700 MHz devem ser pensadas para evitar que o mercado caminhe para a formação de um duopólio.

Vodafone, EE, O2 (Telefónica) e Three (CK Hutchison) compraram fatias do espectro de 3,4 GHz.

EE, Vodafone, Three e Telefónica participam da disputa por lotes de 2,3 GHz e 3,4 GHz.

Segundo Juarez Quadros, como a Oi está conseguindo cumprir as etapas de seu processo de recuperação judicial, ela poderá ter chance de participar do leilão das sobras da faixa de 700 MHz, que deverá ocorrer neste ano.

Decisão beneficiou mais 100 pequenos provedores, que encontraram dificuldades para entender que documentos estavam sendo exigidos

Há rumores de que esse poderia ser o caminho adotado pela holding e a decisão, inclusive, já teria sido comunicada a possíveis interessados

Empresas querem revisão do limite de espectro que podem possuir e edital para faixas de 1,4 GHz, 2,3 GHz e 3,5 GHz

André Borges, do MCTIC, não acredita que há tempo para certame acontecer este ano.

Países da região cobram mais pelo uso do espectro do que Estados Unidos e países da Ásia ou Europa.

A exploração do SGDC não está definida. Pode ser lançado outro leilão, com outras condições; a Telebras pode contratar diretamente os equipamentos e explorar a sua faixa; ou ainda pode ficar com toda a capacidade do satélite.

Para empresas de satélite, as obrigações estabelecidas no leilão não permitiam modelos de negócios atrativos. Segundo o ministro Gilberto Kassab, do MCTIC, o governo traçou um plano B caso a licitação resultasse deserta, como ocorreu.

Acionistas queriam que o período de negociação dos direitos de subscrição fosse prorrogado para além da data de realização do leilão do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações.

Prefeitura não vai pagar nada a empresas. Intenção é que as vencedoras do leilão explorem publicidade, vendam capacidade da infraestrutura ou dados anonimizados. Projeto prevê expansão dos atuais 120 pontos de acesso para 531. Licitação acontece em setembro.

Estatal publicou hoje, 14, chamamento para a concorrência do satélite brasileiro. Interessados poderão dar lance sobre dois lotes, um de 21 Gbps de capacidade, outro de 12 Gbps. E terão de ocupar 25% da capacidade de cada feixe, ou serão obrigados a devolvê-los para uso da Telebras. O leilão está marcado para o dia 28 de agosto.

Estatal deve publicar amanhã, sexta-feira, 09, o edital para venda dos lotes de capacidade do satélite. Empresas vencedoras do leilão terão de oferecer conectividade em todos os feixes, por todo o país. Quem não o fizer terá de devolver o feixe ocioso para redistribuição.

AT&T e empresa não revelada, e cujos rumores apontam para Verizon, estão na disputa. Valor a ser pago praticamente dobrou em duas semanas.

A representação foi encaminhada hoje ao Ministério Público Federal e ao TCU. A deputada Margarida Salomão diz que a venda da capacidade do satélite para operadoras privadas, prevista no edital, ignora o caráter social do projeto inicial de levar banda larga de qualidade para todo o país, a preços acessíveis

Operadora afirma agora ter mais faixa disponível de baixa frequência do que a Verizon, tele número um do país