
Telefônica quer lotes nacionais em 2,3 GHz e limites mais restritivos de espectro
Operadora pede também que Anatel retire a preferência de compra dos 700 MHz por quem ainda não tem tal faixa.

Operadora pede também que Anatel retire a preferência de compra dos 700 MHz por quem ainda não tem tal faixa.

Para a empresa, o momento vivido pela economia mundial, gerado pela pandemia do coronavirus, traz um quadro de previsões pessimistas e de incertezas que afeta a capacidade de investimentos dos futuros compradores das licenças. Assinala também que deveria ser feita nova consulta pública com respostas para cinco questões relevantes que não foram ainda esclarecidas.

A operadora alega que a faixa de 26 GHz será usada nas instalações fabris, em meios confinados, e que por isso não haveria problemas de interferência com as micro-licenças

A entidade defendem que os prestadores de pequeno porte usem o espectro comprado pelos grandes operadores, em caráter secundário, nas cidades onde o 5G não chegar em dois anos.

A Abrint quer que os ISPs tenham direito a usar a frequência das grandes operadoras, em caráter secundário, nas cidades onde essa tecnologia só vai chegar em dois anos. Embora ainda defenda licenças por município, aceita as áreas sugeridas pela Anatel na consulta pública

Os conselheiros rejeitaram novos pedidos de prorrogação do procedimento baseados na pandemia e em aprimoramento das propostas apresentados dois dias antes por SindiTelebrasil, NEO TV e Fórum Brasileiro de IOT.

Para superintendente de Obrigações da Anatel, mesmo antes de instrução do governo às redes de 5G, as empresas já reservam em até 30% a cota de cada fabricante.

O gerente de relacionamento institucional da Abrint, Helton Posseti, rebateu e disse que os ISPs são empresas sérias e detêm 30% da banda larga no país

Operadora de satélite lança produto para levar o sinal satelital das emissoras cabeças de rede de TV aberta para a faixa de frequências de 4,5 a 4,8 GHz

Evento acontece na sede da agência, em Brasília

Christian Gebara, CEO da Telefônica Vivo, diz que Huawei é importante fornecedora de equipamentos de acesso móvel e de núcleo de rede. Em conferência com analistas, comentou também que a operadora segue atenta à possibilidade de comprar ativos da Oi.

Prestadora também pretende participar do leilão do 5G em consórcio com outras operadoras

Contribuições poderão ser feitas pelo prazo de 45 dias. Conselheiro explica opção pela regionalização de lote

Sindicato cobra mais estudos e ressarcimento às operadoras de satélite pela entrega de parte da banda C às operadoras móveis

Associação vai propor mudanças quanto ao acesso ao espectro em caráter secundário, granularidade e oferta de atacado na consulta pública

A Anatel aprovou hoje, 5, a consulta pública do edital de venda das faixas de 3,5 GHz e de 26 GHz (para a 5G) e faixas de 2,3 GHz e 700 MHz (para a 4G). Serão vendidos 400 MHz na frequência de 3,5 GHz, o maior bloco destinado de uma única vez para a nova tecnologia.

Entre os pontos positivos estão a orientação para estudar a reutilização do espectro da banda C do satélite e a determinação para o edital busque manter ou aumentar a competição.

O conselheiro Moisés Moreira busca formular um voto de consenso para que a agência consiga lançar a consulta pública do edital de venda de espectro para a 5G em fevereiro. Ele conversa com seus pares para a venda de 400 MHz na faixa de 3,5 GHz além de buscar uma alternativa consensual para a participação das pequenas operadoras.

Anatel pediu detalhes a operadoras satelitais sobre o impacto da possível liberação de mais 100 MHz da banda C para o serviço de telefonia móvel.

A partir de novembro de 2020 começa a vencer a primeira outorga da frequência da banda A. A Anatel tem que decidir rápido se fará nova licitação, ou se estipulará preço para a renovação sucessiva, como querem as operadoras.