
CDR: Governo tem de propor alternativa para conexão de alunos e professores na pandemia
Para Coalizão Direitos na Rede, veto vem em momento ruim, apesar de o texto aprovado pelo Congresso ser problemático
Para Coalizão Direitos na Rede, veto vem em momento ruim, apesar de o texto aprovado pelo Congresso ser problemático
A Aliança quer aproximar governos e empresas para aumentar a inclusão digital em serviços de saúde, educação e financeiros.
A operadora reforça o seu posicionamento como empresa de tecnologia e ingressa no sistema financeiro digital oferecendo crédito.
Durante o painel "A transformação digital no governo e no atendimento ao cidadão", realizado no 5x5 TecSummit, especialistas sustentaram que digitalização é diferente de transformação digital e o Brasil precisa agir com cuidado para avançar em serviços eficientes e para não digitalizar 'nossas mazelas e ineficiências'.
Executivos defendem revisão completa para que operadoras sobrevivam ao avanço das OTTs e à crise. E dizem ainda que, em vez de defender a implantação da 5G, governos e reguladores deveriam antes promover universalização da 4G.
A parceria irá atingir 16 instituições de ensino de cinco municípios inseridos na área de influência do projeto de minério de ferro da SAM Metais
O programa prevê o aporte de até 14 milhões de libras esterlinas em projetos no Brasil a serem desenvolvidos pela Anatel.
Impostos de mais de 40% inviabilizam o acesso a banda larga e telefonia móvel a determinadas classes sociais.
CGI.br recomenda que poder público financie os ISPs na expansão de redes e levante barreiras para a instalação de antenas e torres móveis nas cidades.
Victor Mendonça, da TIM aponta que apenas 7% das residências nas classes DE têm computador e banda larga fixa, enquanto na classe A esse percentual se inverte para 98% e ele atribui essa distorção à alta carga tributária no setor.
A empresa, diz Camila Tápias, vice-presidente de Assuntos Corporativos, acredita que a coalizão é essencial para fazer avançar a pauta da sociedade digital, incluindo a proteção dos dados pessoais.
A licitação de R$ 67 milhões sai no início de novembro e vai cobrir 107 cidades, sendo 67 da fase 2, não implementadas pela empresa vencedora, e 40 de emendas parlamentares.
Américo Bernardes, do MCTIC, explica que o contrato foi prorrogado apenas para não desligar os 4 mil pontos conectados. Mas o acordo com as teles privadas não atende ao programa de governo, que quer ampliar o acesso para as escolas públicas e hospitais, e para isso, conta com a Telebras.
Agora, 83% das prefeituras acessam a internet por fibra ou cabo. Em 2015 eram 69%.
Este ano vão ser realizadas eleições em sete países da região; e, em 2019, em outros sete. Uma oportunidade, segundo a GSMA, para debater o papel da banda larga móvel na inclusão digital.
O contrato é de cinco anos, e se deu sem licitação, por "inviabilidade de competição".
MCTIC publicou hoje portaria que redefine o Gesac, programa de conexão de localidades remotas. Empresas poderão vender serviços com isenção de ICMS nesses locais. Governo negocia com prefeitura também descontos no ISS.
O MCTIC lançou nesta segunda, 17, a chamada pública para escolher os telecentros que irá participar do Programa Nacional de Formação de Agentes de Inclusão Digital
Poderão se cadastrar no programa todas as instituições federais de ensino e de ciência e tecnologia vinculadas ao MEC.
A representação foi encaminhada hoje ao Ministério Público Federal e ao TCU. A deputada Margarida Salomão diz que a venda da capacidade do satélite para operadoras privadas, prevista no edital, ignora o caráter social do projeto inicial de levar banda larga de qualidade para todo o país, a preços acessíveis