
ISPs querem acesso aos 450 MHz
Basílio Perez, diretor da Abrint, diz que Anatel deve pensar em modelo de leilão da faixa com lotes por cidade ou grupos de até 4 cidades para permitir a entrada de ISPs

Basílio Perez, diretor da Abrint, diz que Anatel deve pensar em modelo de leilão da faixa com lotes por cidade ou grupos de até 4 cidades para permitir a entrada de ISPs

Licitação da frequência 3,5 GHz está prevista para o primeiro semestre de 2020

Para a agência, propostas são parte do PLC 79/2016 e devem ser aprovadas sem alterações, pois atendem ao interesse público

A Anatel autorizou que a Mobi SPE utilize a frequência comprada pela Atua Net sob a forma de exploração industrial porque trata-se do mesmo grupo econômico, mas determinou que se o contrato acabar, as empresas deverão ter suas próprias redes.

Proposta entra em consulta pública pelo prazo de 60 dias

Segundo o vice-presidente de Redes e Serviços Gerenciados da Ericsson Brasil, Marcos Scheffer, a indústria de manufatura é a que tem maior potencial de transformação com a tecnologia 5G e as operadoras precisam se preparar para atender a essa vertical

Seminário na CCT da Câmara debateu desafios e barreiras para o desenvolvimento da tecnologia no Brasil

Relatório defende a aprovação da proposta como veio da Câmara, com apenas uma emenda de redação. O projeto antecipa o fim das concessões de telefonia fixa, acaba com licitação de frequência e de posição orbital e isenta radiodifusão comercial de pagar Fust.

Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson, diz que as antenas foram fabricadas para atender a necessidade de adensamento das redes na cidade de São Paulo.

Regulamento da Anatel para radioamador já está publicado. E as frequências para o serviço em caráter primário e sem exclusividade. são de 1850 kHz a 2000 kHz e de 3800 kHz a 4000 kHz.

Regulamento estabelece critérios para troca do valor devido por compromissos na prorrogação de uso das faixas

Frequência será usada pela 5G, mas depende de uma coordenação com o serviço de TV aberta via parabólica

Outorgas fazem parte do contrato de compartilhamento de rede celebrado pelas empresas para cumprimento das obrigações do edital das faixas de 450 MHz e 2,5 GHz

Conselheiro Leonardo de Morais diz que pretende levar a consulta pública, até junho, texto sobre uso dos 3,5 GHz e dos 2,3 GHz. E que regras para a venda das sobras de 700 MHz devem ser pensadas para evitar que o mercado caminhe para a formação de um duopólio.

Fórmula vai levar em conta capacidade do espectro, cobertura de população, tempo de validade da outorga e tipo do serviço.

A operadora da escandinávia já pagou por 30% da operadora brasileira, mas os outros 30%, pelos quais vai desembolsar US$ 150 milhões, estão condicionados à renegociação da dívida com os bancos brasileiros e chinês.

Isso significa que vai ativar o serviço em mais 700 municípios durante o ano. A meta é cobrir em 2017 90% da população brasileira.

Um longo embate chegou ao fim: conselho diretor da Anatel não aceita suspensão de pagamento, mas parcela valor. Indexador é a Selic.

Kalpak Gude, presidente da Dynamic Spectrum Alliance, não acredita no sucesso de concessão perpétua de espectro e pede o não licenciamento, ou regulação leve, sobre uma parte maior das frequências usadas no mundo. A entidade, que tem como membros Google, Facebook e Microsoft, defende o uso de tecnologias que permitam a ocupação automatizada das bandas, diminuindo as faixas de uso exclusivo.

Operadoras devem desligar equipamentos da tecnologia antiga que trabalham nas frequências de 800 MHz, 900 MHz, 1.800 MHz, 1.900 MHz e 2.100 MHz em 19 de janeiro de 2017.