
IGP-M, usado nos contratos de aluguel, varia 0,52% em maio
O IGP-M acumula alta de 7,54% no ano e de 10,72% em 12 meses. Em maio de 2021, acumulava alta de 37,04% em 12 meses.

O IGP-M acumula alta de 7,54% no ano e de 10,72% em 12 meses. Em maio de 2021, acumulava alta de 37,04% em 12 meses.

Segundo a FGV, o que mais influenciou a queda em maio foi o índice que mede a situação financeira familiar nos próximos meses.
A iniciativa é realizada em parceria com a FGV, CNseg, Fenaseg e Insper e vai premiar trabalhos inéditos com aplicabilidade ao mercado

Apesar de apresentar alta de 2,1 pontos, o Índice de Clima Econômico do Brasil (62,7) ainda está abaixo da média da América Latina (67,3).

Em valores, a estimativa da FGV é que o acumulado do PIB no primeiro trimestre do ano some R$ 2,46 trilhões.

Desequilíbrio fiscal, dificuldades de governança e mecanismos excessivos de controle são alguns dos óbices apontados

A alteração na legislação do Fust não é suficiente para simplificar a distribuição dos recursos do fundo, diz jurista

Com o resultado, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna, da FGV, acumula taxa de 6,44% no ano e 13,53% em 12 meses.

Puxada pelos materiais e equipamentos, o custo da construção civil é superior a 0,73% de março, mas ficou abaixo de 0,95% de abril de 2021.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV teve alta de 3,8 pontos neste mês, para 78,6 pontos, o maior nível desde agosto de 2021 (81,8).

O resultado de abril ficou acima da expectativa de alta de 2,20%, e levou o índice a acumular avanço de 15,65% nos últimos 12 meses.

o IGP-DI acelerou em março devido a disparada dos preços do petróleo, que fez a Petrobras ajustar os valores dos combustíveis em suas refinarias.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) voltou a subir em março, depois de quatro meses consecutivos de queda, mas a FGV pede cautela.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou este mês o oitavo recuo seguido, patamar mais fraco desde julho de 2020, diz FGV.

A inflação e o endividamento foram apontados como as principais preocupações dos consumidores brasileiros em março, diz FGV.

Na soma de 12 meses do IPC-S, medido pela FGV, a inflação acumulada avançou de 8,91% para 9,24% no período.

Famílias apontam a inflação como principal causadora do atraso no pagamento de contas, segundo pesquisa da FGV.

De acordo com o Índice de Clima Econômico, medido pela FGV, os melhores resultados foram do Uruguai, Paraguai, Colômbia, Equador e México.

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela FGV, caiu 1,7 de janeiro para fevereiro, atingindo 96,7 pontos, o menor desde julho de 2020.

O principal destaque negativo foi o indicador de situação atual dos negócios da indústria, que contribuiu com -1,6 ponto para a queda.