
Com novo marco legal, Oi pretende vender imóveis e investir em banda larga
Operadora vê movimento positivo em Brasília no sentido de desonerar concessões e promover migração para regime privado.

Operadora vê movimento positivo em Brasília no sentido de desonerar concessões e promover migração para regime privado.

Telefônica encosta na Oi em quantidade de acessos, somadas a área concedida e a autorizada. Houve ganho de assinantes em maio em relação a abril, mas segmento continua a encolher na comparação anual.

Amos Genish, CEO da companhia, elogia postura da Anatel, cogita existência de franquia em planos segmentados e diz que discussão dará oportunidade de abordar temas como impostos e universalização da banda larga.

Associação defende que as operadoras de telefonia fixa não vendam bens da União sem avaliação prévia, em processo iniciado em 2011

Carla Belitardo, nova vice-presidente de estratégia da fabricante sueca, enxerga benefícios para todo o setor com mudanças no regime público. Expectativa para resultados da empresa é de estagnação em 2016 no Brasil.

Mês terminou com 43,83 milhões de assinantes, dos quais 58,43% pertencentes às concessionárias.