
Brasil sustenta conexões de dados de Angola com o mundo
Os cabos SACS e MONET, da Angola Cables, estão garantindo todo o tráfego de dados entre Angola, Américas e Europa após avarias em dois outros cabos que conectam o país africano à Europa
Os cabos SACS e MONET, da Angola Cables, estão garantindo todo o tráfego de dados entre Angola, Américas e Europa após avarias em dois outros cabos que conectam o país africano à Europa
Operadora comunicou a assinatura de um memorando de entendimento com a local MTM Local para o desenvolvimento de parcerias.
Pelo acordo, será possível ao usuário do transporte da Angola Cables contratar interconexão em outros países
Aconteceu ontem, 10, em São Paulo, a premiação do Anuário Tele.Síntese de Inovação 2019, com a presença de autoridades e executivos do setor de telecomunicações. Foram 20 os premiados, em sete categorias. Conheça a relação completa.
No percurso são usados os cabos submarinos SAFE, que conecta a Malásia a Angola, e o SACS, que conecta Angola ao Brasil
PIX da empresa terá conexão com o IX.br e saída direta para rotas internacionais ligando Brasil a EUA e África
Proposta é atender os mais variados negócios, inclusive os donos de cabos submarinos instalados no município e concorrentes da empresa africana
Empresa pretende acelerar a entrega de conteúdo para as regiões Norte e Nordeste, além de facilitar o envio para outros países através dos cabos submarinos que chegam à capital cearense.
Seaborn e Angola Cables preparam ofertas para desenvolvedores de jogos eletrônicos
OTTS, cabos submarinos, data centers, IoT, 5G: a evolução do setor de telecomunicações terá efeitos nos países em desenvolvimento, abrindo grandes oportunidades.
Empresa de TI do Ceará terá acesso a ambos os cabos e ao data center da Angola Cables.
SACS, da Angola Cables, foi ativado há duas semanas. Órgãos de pesquisa de Brasil e EUA estão entre primeiros clientes.
O cabo submarino foi construído pela NEC Corporation para a Angola Cables, ligando Sangano, na Angola, a Fortaleza, no Brasil.
Tannat liga Brasil a Uruguai, e Júnior reforça tráfego entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ambos se conectam ao Monet, que vai até os EUA.
Rafael Pistono deixa de ser CEO e passa a integrar o conselho da operadora. Regina Menezes vai comandar a filial, como diretora-geral.
Com o negócio, empresa angolana conseguirá entregar serviços de tráfego submarino no interior dos EUA.
A previsão para início das operações do cabo está mantida para o primeiro semestre desse ano.
A partir de 2018, com a inauguração do cabo SACS, que liga Angola ao Ceará, e do data center, localizado em Fortaleza, ambos, previstos para o primeiro semestre, o Brasil passa a ser prioridade para a operadora de cabo submarino, tanto quanto o continente africano. É o que revela, nesta entrevista, seu CEO, António Nunes.
Memorando prevê também a realização de pesquisas conjuntas.
Expectativa é que o sistema comece a operar no primeiro trimestre de 2018