
Anatel adia decisão sobre 850 MHz ante possível solução consensual no TCU
Com isso, conselheiro Alexandre Freire defende nova instrução técnica antes da consulta pública do edital que prevê licitação das faixas de 850 MHz, 2,3 GHz, 2,5 GHz e 3,5 GHz

Com isso, conselheiro Alexandre Freire defende nova instrução técnica antes da consulta pública do edital que prevê licitação das faixas de 850 MHz, 2,3 GHz, 2,5 GHz e 3,5 GHz

VP regulatório da TIM, Mario Girasole, diz que operadora aguarda também o edital do leilão de sobra dos 700 MHz pois tem interesse em participar, mas precisa conhecer as condições finais.

Conexis protocolou na Anatel pedido para que os 850 MHz sejam renovados entre os atuais detentores, ou que o caso seja alvo de negociação no TCU. Entidade prevê leilão de sobra para entrada de um terceiro concorrente em cada região.

Alexandre Freire diz que edital seguirá para consulta pública se não houver pedido formal de consensualidade no TCU.

Para Luciana Camargos, da GSMA, Brasil precisa planejar o desligamento tecnológico antes de relicitar a faixa, atualmente em uso por operadoras móveis nacionais. Solução pode vir por meio de política pública, avalia.

Faixa é usada para serviços móveis desde a era do 2G e ainda concentra boa parte do tráfego de voz. Licitação pode ir à consulta pública após reunião do Conselho nesta sexta-feira.

Em consulta pública da Anatel, empresa aponta riscos em mexer na ocupação da faixa de 700 MHz. Telefônica diz ainda que as regras de uso da faixa de 850 MHz não podem mudar até que a Justiça dê a sentença final no processo que move contra a agência por reduzir o prazo de validade das licenças nas bandas A e B

Anatel quer que Exército e Polícias usem faixa de espectro nos 850 MHz. Para a TIM, os custos disso não pode recair sobre as operadoras. Empresa defende, ainda, que o refarming se dê por meio do mercado secundário

Para a empresa, cada estado deverá dizer se quer, ou não, migrar os sistemas de comunicação das forças de segurança pública para a faixa de 850 MHz. Quem não quiser, poderá continuar a usar bloco na faixa de 700 MHz, sugeriu em consulta pública da Anatel.

CTO da empresa sugere criação de rede única (single grid) compartilhada por todos a fim de diluir despesas de manutenção das redes em declínio, mas que ainda não podem ser desligadas.