
WBA aponta maior confiança do setor para investir em Wi-Fi e crescimento da convergência com 5G
Relatório 2026 destaca avanço do Wi-Fi 7, uso de IA e adesão crescente ao OpenRoaming como pilares da próxima geração de redes

Relatório 2026 destaca avanço do Wi-Fi 7, uso de IA e adesão crescente ao OpenRoaming como pilares da próxima geração de redes

Executivos da GSMA, Luiz Zoghbi e Lucas Gallitto trazem a posição da entidade a respeito do futuro da faixa de 6 GHz para operadoras móveis

CEO da Vivo disse que não vê necessidade de leilão de 6 GHz “nos próximos anos”, prioriza 5G em 3,5 GHz e mantém avanço da fibra e do IoT.

Em entrevista ao Tele.Síntese, CEO e fundador da Desktop, Denio Alves Lindo, diz que faltará espectro à melhoria do Wi-Fi e classifica movimento das operadoras móveis pela divisão dos 6 GHz como "reserva de mercado". Comenta também projetos da empresa para o futuro próximo.

Conselho Diretor rejeita pedidos de anulação feitos por Abrint e Associação NEO e reafirma legalidade do uso do circuito deliberativo na aprovação do PDFF e do ReCon

Para Rodrigo Schuch, nova dinâmica tributária e exigência de nota fiscal por usuários do CadÚnico podem corrigir distorções causadas por subnotificação de acessos

Associação considera proposta de adiamento “sem lógica técnica ou econômica” e vê oportunidade para ampliar competição móvel com acesso dinâmico às faixas ociosas

Audiência na CCTI da Câmara debaterá divisão da faixa de 6 GHz entre Wi-Fi 6E e redes 5G com participação de Anatel, MCom, Abrint, Conexis e TelComp.

Presidente da Anatel diz que decisão sobre os 6 GHz já está tomada e segue tendência internacional, apesar de críticas de defensores do Wi-Fi.

Em entrevista exclusiva ao Tele.Síntese, o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, aborda os principais temas na pauta da agência neste ano. Traça sua previsão para o leilão de 700 MHz, diz que não enxerga recuo possível nos 6 GHz, comenta a expansão do papel do regulador e mais. Confira.

Proposta prevê 500 MHz de banda para o uso não licenciado e 700 MHz para a telefonia móvel; condições de uso de cada serviço, incluindo mais de uma portadora de 320 MHz para o WiFi, estão em estudo

Documento é recebido como contribuição que pende para o lado das teles, que defendem a viabilidade de parte da frequência para a rede móvel.

Superintendente de Outorga e Recursos à Prestação da Anatel diz que dividir a faixa de 6 GHz entre telefonia móvel e WiFi garante a futura ativação do 6G no País; regulador também questiona a falta de uso da faixa em serviços de banda larga

Relatório da GSMA destaca a importância da faixa de 6 GHz para a evolução da conectividade móvel e as perspectivas de crescimento econômico

As empresas de satélite alegam que a tecnologia IMT, do celular, poderá causar interferência nos serviços prestados por elas na banda C.

Operador regional, Brisanet, alinha-se aos argumentos das grandes operadoras Claro, TIM e Vivo pelo fatiamento da faixa, enquanto Oi fica do lado de Allares, ZAAZ, Vero, Abrint e Associação Neo pelo uso integral para o WiFi

Frequências ainda não foram definidas, mas agência tem interesse em levar o 5G para faixas abaixo de 1 GHz; possível calendário de licitação ainda será discutido entre as superintendências do órgão regulador

Para representante da Aliança da Internet Aberta, frequência deveria ser mantida integralmente para o WiFi

Faixas estão na mira de prestadoras de diversos portes e para diferentes serviços. Veja o panorama da demanda.

Abrint vem negociando com fabricantes de fora e nacionais a redução de preços, a fim de acelerar o uso da tecnologia