
Operadoras do Japão fecham as portas para Huawei e ZTE
Softbank, NTT Docomo e KDDI não vão comprar equipamentos para 5G das fabricantes. Governo baixa regras para impedir que as chinesas participem de licitações.

Softbank, NTT Docomo e KDDI não vão comprar equipamentos para 5G das fabricantes. Governo baixa regras para impedir que as chinesas participem de licitações.

Proposta atual da Anatel é a dedicação da frequência apenas para o SLP, mas as operadoras apostam que esta será a primeira destinada à nova tecnologia

Mesmo nos mercados desenvolvidos do ocidente a fibra ainda está longe de atingir metade do mercado de usuários fixos. Com a 5G, papel da fibra fica ainda mais importante, defendem executivos da fabricante.

A parceria faz parte de novos contratos com fornecedores mundiais para projeto de expansão de cobertura de telefonia móvel e banda larga por fibra óptica prevista no Plano de Recuperação Judicial e nos investimentos negociados com credores.

Luiz Alexandre Garcia, que migra para o comando da holding Algar, acredita que a 5G só irá avançar a contento no país se a Anatel mudar as regras de destinação do espectro, que exige hoje uma licença de telecomunicações. Ele defende que as empresas dos diferenciados segmentos, como uma mineradora ou um hospital, possam também ocupar as frequências da 5G para atender as suas necessidades de conexão.

Aparelho está sendo testado em rede móvel da operadora Verizon naquele país.

Na corrida para oferecer mais cobertura, mais velocidade e mais serviços aos clientes de telefonia móvel celular de 4G, as operadoras buscam o que faz diferença: agregar mais frequência.

Segundo o vice-presidente de Redes e Serviços Gerenciados da Ericsson Brasil, Marcos Scheffer, a indústria de manufatura é a que tem maior potencial de transformação com a tecnologia 5G e as operadoras precisam se preparar para atender a essa vertical

Para Gustavo Correa Lima, do CPqD, o Brasil precisa ter mecanismos para fiscalizar os equipamentos de telecomunicações usados nas redes cujos riscos aumentam com a 5G

Para atender a essa demanda, a empresa investiu apenas no ano passado 19% de seu faturamento em P&D, relata Tiago Machado

Estudos realizados pelo grupo brasileiro da 5G estão direcionando a conexão dos satélites para as estações rádio-bases, para permitir melhor uso da tecnologia no campo

Países de todo o globo convivem com as barreiras criadas por diferentes leis de uso do solo, que são de responsabilidade dos governos locais.

O secretário defendeu também leilão de espectro que contemple os novos modelos de negócios que surgirão com a 5G

Para Leonardo de Morais, os custos da 5G serão altos, obrigando as empresas a mudarem de atitude em relação a suas redes, passando a compartilhar todos os seus elementos, e pensar mais nos usuários. Para ele, não haverá transformação digital sem as redes de telecom, que garantem a conectividade.

Para Edvaldo Santos, diretor do Centro de P&DI da Ericsson no Brasil, o maior desafio atual colocado pelo desenvolvimento da tecnologia 5G é a implementação do fatiamento de rede nativo. Ele acredita que até o final de 2019, o desenvolvimento do network slice, onde cada fatia de rede é alocada a uma aplicação com suas demandas específicas, estará pronto.

Serão vendidas faixas de frequência de 2 GHz e 3,6 GHz. GSMA reclama das metas de cobertura e velocidade da banda larga em estradas e zonas rurais.

Componente poderá se conectar a redes móveis com velocidades de até 6 Gbps.

Ideia é ampliar as possibilidades de uso dessa frequência para o 5G

Para a entidade, futuro governo deverá apoiar a destinação de grande blocos de frequência para que a 5G tenha sucesso

Segundo revista Fast Company, empresas trabalham para resolver questões de dissipação de calor e consumo de bateria.