
ISPs serão massacrados se ficarem fora do leilão 5G, prevê CEO da Americanet
Acesso das operadoras regionais ao espectro no leilão 5G vai acelerar a implantação no Brasil, acrescenta Francisco Pinheiro Neto, da Mob Telecom.

Acesso das operadoras regionais ao espectro no leilão 5G vai acelerar a implantação no Brasil, acrescenta Francisco Pinheiro Neto, da Mob Telecom.

Fabricante diz que demanda por 5G não vai arrefecer por conta da Covid-19, e eleva previsão de acessos em 2025 na nova tecnologia.

Agência deve manter blocos de frequências reservados para a aquisição de ISPs, mas quer estabelecer condições para a sua ocupação.

Presidente da Anatel, Leonardo de Morais, disse que agenda está sujeita às políticas públicas, não às flutuações de mercado. E dá a entender que haverá adiamento do leilão em função da pandemia de Covid-19.

O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, disse que poderão ser incluídas metas de cobertura com a tecnologia 5G, que não foram previstas na consulta pública.

Ao participar da primeira live da série Tudo Sobre 5G, organizada pelo Tele.Síntese, o presidente da Anatel, Leonardo de Morais, contou que integrantes da agência não estão convencidos de que é possível a convivência entre a 5G em 3,5GHz e a TV aberta satelital, e aguarda testes de campo com novos LNBFs.

Empresas anunciam lançamentos para computação de borda a fim de ganhar mais espaço no fornecimento às operadoras. E juntou parceiros para fornecimento de aplicações e hardware variados.

Paulo César Teixeira defendeu adiamento do leilão para começo de 2021. Falou também que pandemia impactou o pré-pago, mas campanha para ensinar clientes a usarem canais digitais de recarga recuperaram as receitas no segmento.

Publicação divulgada registra a importância da aprovação do PLC 79, da elaboração do edital do leilão da 5G e do lançamento pelas operadoras do site “Não Perturbe”

Operadoras no futuro terão modelo similar ao de loja de aplicativos, em que clientes e parceiros poderão contratar e implantar serviços de forma automatizada.

Telcomp, que também mandou contribuição à consulta, cobrou melhoria do regulamento de mercado secundário e venda regional do espectro de 700 MHz para operadoras menores.

Proposta apresentada em consulta pública da Anatel tem foco na segurança cibernética das redes 5G

As contribuições à consulta pública da Anatel afirmam que o uso da nova tecnologia não pode depender das redes públicas de celular.

Fabricante mantém metas de crescimento para o ano, no entanto, diante da previsão de aumento da demanda por equipamentos de rede 5G na China e nos Estados Unidos.

Entidades manifestam preocupação com a possibilidade de perda de investimento e com o timing da licitação.

O setor defende ainda que as operadoras devem custear a recepção doméstica das famílias de baixa renda integrantes dos programas sociais federais.

Para Nokia, Ericsson, Intel e Huawei falta de sincronia entre blocos seria um problema nas divisas dos estados. Tamanho dos blocos não é consenso, no entanto.

Operadora sugere existência apenas de lotes com abrangência nacional nos 3,5 GHz e que lhe seja dada preferência para a compra do lote de 700 MHz

Para a empresa, o momento vivido pela economia mundial, gerado pela pandemia do coronavirus, traz um quadro de previsões pessimistas e de incertezas que afeta a capacidade de investimentos dos futuros compradores das licenças. Assinala também que deveria ser feita nova consulta pública com respostas para cinco questões relevantes que não foram ainda esclarecidas.

Entidades empresariais pediram novo adiamento por causa da pandemia e da não conclusão de testes sobre interferência da 5G em 3,5 GHz no sinal de TV aberta captada por parabólicas.