Quase toda população brasileira consome conteúdo em vídeo, aponta pesquisa

Levantamento da Kantar IBOPE Media indica que 99,6% dos brasileiros assistiram a vídeos no ano passado
Pesquisa indica que quase toda a população brasileira assiste a conteúdo em vídeo
Conteúdo em vídeo foi visto por 99,6% da população brasileira em 2022 (crédito: Freepik)

Conteúdos em vídeo são consumidos por quase toda a população brasileira. Pesquisa da consultoria Kantar IBOPE Media indica que 99,6% dos brasileiros assistiram a vídeos no ano passado, independentemente do formato de tela.

Segundo o levantamento, entre todos os dispositivos analisados – TVs (conectadas ou não), smartphones, tablets e computadores –, a televisão linear (aberta e paga) liderou com ampla vantagem o tempo de consumo domiciliar (78,7%). As plataformas online foram responsáveis por 21,3% do tempo de vídeo consumido.

A consultoria aponta que, dado o alto índice de consumo de vídeo no Brasil, 68% de todo o investimento publicitário foi destinado a esse formato no ano passado – um ponto percentual acima do ano anterior.

“Vivemos um momento de grande transformação da indústria de conteúdo e comunicação, com novos formatos se consolidando ou se ressignificando, tecnologias se popularizando e recentes padrões de consumo em alta”, avalia Adriana Favaro, diretora de Business Development da Kantar IBOPE Media.

Além disso, a pesquisa indica que o tempo médio de consumo de TV linear no País é de 5h17min por dia. As regiões metropolitanas do Rio de Janeiro (6h04min), de São Paulo (5h39min) e Manaus (5h29min) superam a média nacional.

Os vídeos online, por sua vez, alcançam 31,8% da população brasileira em um único dia. Por mês, a taxa sobe para 61,1% dos brasileiros. O consumo é liderada por aparelhos de TVs (55%), com smartphones (36%) logo atrás.

O levantamento sinaliza que 56% dos brasileiros que assinam serviços de streaming estão dispostos a aceitar a veiculação de publicidade nas plataformas, contanto que as propagandas fiquem restritas a planos de assinatura mais baratos, a exemplo do que fez a Netflix no ano passado. A critério de comparação, o percentual brasileiro é maior do que o observado em mercados como Alemanha (44%), Argentina (48%) e Grã-Bretanha (53%).

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Da Redação

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