
Alerta: a 5G pode se fragmentar
Guerra comercial entre Estados Unidos e China pode reabrir disputa por diferentes padrões para redes nos próximos anos. Brasil precisa se preparar.

Guerra comercial entre Estados Unidos e China pode reabrir disputa por diferentes padrões para redes nos próximos anos. Brasil precisa se preparar.

2018 foi o ano em que o 4G se tornou mais popular do que o 2G no mundo, com 3,4 bilhões de acessos, ou 44% do total. Ainda este ano, o LTE responderá por mais da metade do total de conexões. Em 2023 atingirá o pico de uso, com 62% dos acessos.

Metodologia de ensino de programação sem professor, presente em 21 países, lança primeira unidade na América Latina

Executivos de empresas das Américas, incluindo Brasil, Europa e Ásia afirmam que OTTs não são ameaça e abrirão oportunidade. Mas veem disputa por direitos esportivos e pirataria como questões sensíveis.

Receita com redes 5G vão dobrar no próximo ano, com o avanço das novas redes por mais países.

Fundada em 2018, a empresa já conta com 7 mil usuários, 32 terminais no Rio de Janeiro e 1 em São Paulo. Pretende atingir a marca de 300 mil clientes este ano.

Pesquisa ouviu 35 mil consumidores no mundo, incluindo Brasil. Também há desejo por soluções de banda larga doméstica, não apenas móvel.

Atualmente, são 228,8 milhões de aparelhos no mercado. Estimativa é da consultoria Ovum. LTE ainda será tecnologia dominante, com 82% dos acessos.

Pesquisa feita pela Amdocs aponta que empresas ainda carecem de casos de uso para aplicações 5G. Mas revela que em três anos, 100% das operadoras já querem ter sua rede 5G ativada.

As inscrições para o programa Lift podem ser feitas até 31 de maio.

Consumo de energia do setor cresce ao ritmo de 9% ao ano, segundo think thank francês dedicado a estudar a migração da sociedade para uma economia pós-carbono.

WiFi usado para offload de redes móveis vai ser ainda mais relevante para as operadoras gerenciarem capacidade da rede.

OTTs já estão em 39% dos lares, contra penetração de 26% da TV paga, calcula a Amdocs. Migração de clientes deve continuar, enquanto diferença de preços entre os pacotes de TV e a assinatura dos serviços de streaming for alta. Netflix domina o mercado de SVoD.

IDC Brasil prevê lançamento neste ano de aparelhos que alcançam a bagatela de R$ 10 mil. Segmento de celulares deverá puxar a expansão do mercado local de TICs. Setor de telecom vai andar de lado, mas não para ISPs, que vão concentrar o crescimento.

Estudo compara 162 países e destaca que o brasileiro já troca mais mensagens por WhatsApp do que via SMS, diferentemente do que acontece no resto do mundo.

Segundo consultoria Opensignal, rede LTE brasileira é 4,5 Mbps mais veloz, em média que a média de velocidade dos acessos WiFi no país.

Receita com serviços de quinta geração móvel vai crescer 163% ao ano até lá.

Sierra Wireless, Gemalto e Telit capturam quase metade das receitas desse mercado.

Segundo levantamento, um aumento entre 16 e 20% nos recursos dedicados ao desenvolvimento de TIC gera um crescimento de 1% do PIB

Para 90% dos entrevistados, o investimento nesse tipo de tecnologia deve aumentar nos próximos cinco anos