
Teles afirmam que cumprem leis e contratos. Mas insitem: rede é finita.
As operadoras alegam que investem R$ 30 bi por ano e que precisam de liberdade no modelo de negócios.
Internet rápida, tráfego de dados, infraestrutura

As operadoras alegam que investem R$ 30 bi por ano e que precisam de liberdade no modelo de negócios.
É preciso estudar se as franquias atuais estão compatíveis com os hábitos de consumo do brasileiro, defende Miriam Wimmer

Para o fundador da internet no Brasil o consumo por volume na rede fixa só ocorreu quando o acesso era discado. De lá para cá a tecnologia evoluiu bastante.
Ministro André Figueiredo afirma que franquia limitada se choca com desejo do governo de universalizar a banda larga

O PL, em síntese,acrescenta um parágrafo para contestar integralmente a avaliação feita pelo presidente da Anatel, João Rezende, de que os planos ilimitados de internet estão com seus dias contatos. E obriga as operadoras a ofertarem planos de serviços sem franquia de consumo. E "deverão ser oferecidos para toda a gama de velocidade de conexão colocada à disposição dos assinantes, a preços razoáveis", estabelece o parágrafo único deste novo artigo 8 acrescentado no projeto. A votação ficou marcada para o dia 11 de maio.
Monitores devem inscrever projetos para concorrer. Atualmente, somente 174 dos 849 telecentros do governo estadual têm conectividade WiFi.

Debate público acontece na próxima semana. Foram convidados o ministro das Comunicações, André Figueiredo, e o presidente da Anatel, João Rezende.

Sistema passa a reconhecer, também, redes IPv4 e IPv6. Aplicativo funciona em iOS e Android.
Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico enxerga retrocesso e limitação do acesso a cultura, informação e serviços.

O ministro das Comunicações, André Figueiredo, afirmou que na próxima semana as operadoras de banda larga vão divulgar uma carta compromisso com uma lista para preservar o direito dos usuários, os planos de banda larga com franquias e planos ilimitados de internet. Para o ministro, o fundamental é que o consumidor não seja prejudicado com qualquer mudança que venha a ocorrer.

Conforme a Anatel, o dever de informar corretamente o cliente não está plenamente atendido pelas empresas, mas as regras não impedem que seja estabelecido limite à franquia de dados.

A Superintendência de Relações com os Consumidores (SRC) publicou nesta segunda-feira, 18, o Despacho nº 1/2016/SEI/SRC determinando cautelarmente que as prestadoras de banda larga fixa se abstenham de adotar práticas de redução de velocidade, suspensão de serviço ou de cobrança de tráfego excedente após o esgotamento da franquia, ainda que tais ações encontrem previsão em contrato de adesão ou em plano de serviço

E reitera na Justiça pedido de liminar contra operadoras por impor limite de dados e corte do serviço ao final da franquia

O Ministério das Comunicações publicou hoje, 11, no Diário Oficial da União, portaria nº 1.455, que define as diretrizes para a atuação da Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel na elaboração de proposta de revisão do atual modelo de prestação de serviços de telecomunicações. Modelo este que coloca a banda larga no centro da política nacional de telecom, propõe liberar as atuais concessionárias de telefonia fixa dos ônus do regime público, desde que elas invistam em projetos de banda larga, seja em redes de fibras e de rádio de alta capacidade para ligar os municípios seja em redes de acesso. Para os investimentos, o Ministério das Comunicações está liberando a Anatel para negociar os bens reversíveis, o prazo das concessões, o ônus do serviço fixo e o controle tarifário. Mas haverá uma nova licencça "vigiada".

Atenta às oportunidades, a operadora que atua no Nordeste ampliou seu portfólio de serviços aos clientes corporativos e residenciais.

A partir de março, a linha do Progeren reduziu os juros para PMEs de 100% para 75% da taxa Selic.

ISPs retomam crescimento depois de amargar retração em janeiro. Net e Telefônica ganham acessos, e Oi perde.

Desde janeiro, está em operação na capital sergipana, na Emgetis, a empresa estadual de TICs, um Ponto de Troca de Tráfego. O objetivo é que o NIC.br assuma a operação.

O novo curso deve começar em abril ou maio, é voltado aos provedores de acesso à internet e seu objetivo é qualificar o mercado e reduzir erros de projeto.

O estado, por meio da Etice, sua empresa de TICs, vai iniciar este mês a contratação das empresas selecionados. Vão ser gastos R$ 6 milhões, que vieram do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.