Caixa da Oi cai a R$ 4,85 bilhões em abril
Companhia investiu R$ 660 milhões no mês. Documento divulgado pelo administrador judicial da tele mostra queda nas receitas e aumento de despesas com pessoal e impostos.
O resultado operacional divulgado por empresas de capital aberto do setor de telecomunicações e TICs
Companhia investiu R$ 660 milhões no mês. Documento divulgado pelo administrador judicial da tele mostra queda nas receitas e aumento de despesas com pessoal e impostos.

Operadora viu dívida em moeda estrangeira aumentar, assim como gastos relativos a contratos internacionais, conforme o real perdeu valor. No operacional, houve redução das receitas em cobre e DTH, investimento de R$ 1 bi em fibra óptica, expansão no mercado atacadista e de TI.

Companhia também fará a baixa contábil de US$ 108,7 milhões em equipamentos pré-comerciais estocados no país asiático, o que terá reflexo negativo no balanço financeiro do período

Estudo mostra aumento dos investimentos em TI por parte das empresas de médio e pequeno porte. E que setor de telecom só perde para o financeiro no aporte por usuário.

Operadora alega que não foram sentidos os efeitos da pandemia no primeiro trimestre. Aumento de despesas, depreciações e amortizações devido à expansão da rede a novas cidades afetou o resultado final.

Transação foi concluída em 31 de março. Quanto às receitas com serviços, grupo dono da TIM Brasil apresentou queda e reflexos da pandemia de Covid-19.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial atingiu 33,6 pontos em maio, o menor da série histórica desde 2010 para o mês

Queda de receitas em produtos como roaming e pré-pago foi compensada pela redução dos custos comerciais. Ainda assim, tombo dos lucros foi de 56%. Desvalorização do real teve forte impacto no resultado do grupo.

Resultado teve impacto de impostos e depreciações. Covid-19 ainda gerou poucos reflexos, que se concentraram nas vendas de aparelhos. Empresa apontou também diminuição do market share tanto no móvel, quanto no fixo.

A TIM registrou lucro líquido de R$ 162 milhões e receitas de R$ 4,21 bilhões no 1º trimestre. Resultado já teve impacto da pandemia de Covid-19, principalmente nas vendas de aparelhos. Aumento da inadimplência é atribuída ao crescimento da base pós-paga.

Empresa reportou baixa de € 200 milhões nas receitas e prevê impacto maior no segundo trimestre do ano

Empresa produziu 17% menos que no mesmo período de 2019, e prevê encolhimento das vendas pelos próximos meses

A fabricante sul-coreana registrou crescimento de receita e queda no lucro líquido no 1T20 em relação ao mesmo período do ano passado, mas avisou que resultados muitos piores ainda virão.

Desvalorização de 25% no câmbio do país de origem da holding, enfraquecimento do real e das moedas de outros países da América Latina tiveram forte impacto nas contas do grupo.

Publicação divulgada registra a importância da aprovação do PLC 79, da elaboração do edital do leilão da 5G e do lançamento pelas operadoras do site “Não Perturbe”

Crescimento foi puxado pelo pós-pago. Empresa diz que os efeitos da crise da Covid-19 ainda foram pouco sentidos. Mas projeta um cenário de retração do PIB, aumento do desemprego e da inadimplência para os próximos meses.

Empresa diz que março foi atípico, com drástica redução nas receitas de publicidade em função da crise de Covid-19 que assola o mundo.

Vrio apresentou receitas de US$ 887 milhões e contribuição negativa para os resultados globais da AT&T

Fabricante mantém metas de crescimento para o ano, no entanto, diante da previsão de aumento da demanda por equipamentos de rede 5G na China e nos Estados Unidos.

O resultado foi impactado pela desvalorização do real em 2019, da atualização monetária das provisões para contingências, implementação do IFRS 16, além dos custos e despesas usuais. O EBITDA de rotina teve queda de 23,7%, a R$ 4,46 bilhões.