
TIM Brasil avaliará fusão com Oi só depois da RJ
Segundo Stéfano De Angelis, CEO da TIM, é preciso saber quem ficará no comando e quais as condições financeiras da Oi após a RJ.
Últimas notícias do TeleSíntese.

Segundo Stéfano De Angelis, CEO da TIM, é preciso saber quem ficará no comando e quais as condições financeiras da Oi após a RJ.

Operadoras destacam que preparar o Brasil para a 5G demanda resolver os problemas de legislação relativos tanto à instalação de antenas, já que a tecnologia exige muito mais sites do que a 4G, quanto ao lançamento de fibras, sejam aéreas sejam em dutos. Na 5G, todos os sites terão que ser conectados por fibras.

Stéfano De Angelis diz que setor compreendeu necessidade de o STF julgar processo que travou o trâmite do texto no Senado. Executivo elogia aprovação de TAC da Telefônica e afirma que qualquer novo aumento de impostos sobre telecomunicações hoje será repassado ao consumidor.

Executivo global alerta para a necessidade de realocação de espectros para a chegada da 5G

Levantamento da Deloitte mostra ainda que Wi-Fi se consolida como principal forma de acesso dos brasileiros à web
Conforme o secretário de Telecomunicações, o Plano de Conectividade vai priorizar a construção de bakchaul.
Executivo vem da superintendência de inovação do estado de Goiás, por indicação do PSD, e substitui Maximiliano Martinhão

O empresário Nelson Tanure, um dos controladores da Oi, disse a Temer que já teria R$ 3,5 bilhões de investidores estrangeiros.

4G adicionou 4,39 milhões de usuários, enquanto todas as demais tecnologias encolheram em uso.

Oi apresenta até 11 de outubro novo plano de recuperação judicial, antes de assembleia de credores do dia 23 de outubro. Conforme do presidente da companhia, Marco Schroeder, desafio está em fazer bondholders e acionistas reduzirem expectativas a fim de garantir continuidade das operações e potencial de atração de novos sócios.

O programa tem por objetivo a aquisição de ações da operadora no âmbito do Plano de Incentivo baseado em Ações da Companhia.

A Anatel não aceitou negociar os TACs com a operadora, devido a sua situação econômica.