
Abrint e TelComp apoiam integralmente proposta da Anatel para faixa de 6 GHz
Entidades entendem que faixa não licenciada permitirá a expansão da oferta de serviços de internet, especialmente em locais ainda desassistidos
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Entidades entendem que faixa não licenciada permitirá a expansão da oferta de serviços de internet, especialmente em locais ainda desassistidos

Para a entidade, sem a destinação de uma parte desse espectro para a telefonia móvel, haverá no futuro sobrecarga de demandas em outras frequências em cidades super populosas, como São Paulo.

Para a fabricante de chip, a destinação do espectro para o Wifi irá beneficiar as economias de escala, visto que EUA, Coreia, Chile, União Europeia e Reino Unido estão em processo de também alocar a faixa para essa tecnologia.

Para a empresa de satélite, o IMT pode provocar interferência no serviço fixo de satélite e o mesmo pode ocorrer se o WiFi fosse usado fora das residências.

Sebastião Boanerges - Diretor de Engenharia da Surf Telecom

Empresa manterá estratégia de lobby junto aos legisladores mundo afora a fim de evitar que plataformas digitais sejam punidas pelos conteúdos publicados por terceiros.

Para a fabricante sueca, a decisão de destinar toda a faixa de 6GHz para o serviço não licenciado este ano pode comprometer uma opção futura de usar parte desse espectro para os serviços móveis.

Eduardo Polidoro - Diretor de Negócios de IoT da Claro

Companhia entra em período de negociações para definir qual proposta será considerada preferencial. Fundo gerido pelo BTG e Digital Colony, dono da Highline, estão no páreo.

Marcos Ferrari - Presidente Executivo Conexis Brasil Digital.

Alessandro Lombardi, CEO da Piemonte Holding, compradora dos data centers da Oi, diz que não há plano de saída do investimento, que o projeto é de longo prazo e que fará expansão comprando data centers corporate e fibra óptica. Nos próximos dois anos, vai investir R$ 100 milhões em atualização do que já possui e três vezes este montante até 2025 em aquisições.

Processo de escolha dos diretores será "robusto, transparente", em contraste com 2018, em que a influência de um dos acionistas no Conselho obrigou a realização de uma nova eleição, afirma empresa