
Brasil sofreu 31,5 bilhões tentativas de ataques no 1º semestre
Os números mostram o Brasil como o segundo país mais visado da América Latina, atrás do México, com 85 bilhões, segundo a Fortinet.

Os números mostram o Brasil como o segundo país mais visado da América Latina, atrás do México, com 85 bilhões, segundo a Fortinet.

Quase um terço (31%) dos entrevistados no Brasil já foi vítima de fraude por cartão de crédito, a mais comum enfrentada em todos os países.

94% das empresas sofreram incidentes de segurança relacionados a APIs, enquanto o tráfego geral de API cresceu 168%, segundo a Salt Security.

O montante de fraudes bancárias eletrônicas investigadas totaliza R$ 18,2 milhões. A Polícia Federal cumpre 43 mandados de busca e apreensão.
Febraban alerta para golpes no WhatsApp e nas redes sociais e mostra como se prevenir dos mais utilizados pelos criminosos.

Estudo da Check Point Research aponta pico histórico de ataques cibernéticos no mundo. No Brasil, aumento de 46% no 2T22.

Estudo da HP Wolf Security mostra que credenciais roubadas que facilitam o crime cibernético são vendidas na dark web por apenas US$ 5.

Criminosos estão utilizando indevidamente o nome do Auxílio Brasil e prometem transferência em dinheiro para as vítimas, mediante cadastro.

Nas atividades financeiras, seguros e serviços relacionados, apenas 37,5% das organizações estão em nível correto de adequação à LGPD.

Apesar do ‘inverno’ das criptomoedas, a demanda pela segurança Blockchain tem aumentado. Rodada foi liderada pela Summit Partners.
Tentativas de fraudes em abertura de contas, emissão de cartões, Pix, empréstimo e CDC equivalem a 3,30% das transações totais no setor.

O MaliBot se disfarça como app de mineração de criptomoedas e rouba dados pessoais, informações financeiras e carteiras de criptomoedas.

Especialistas da Akamai Technologies apresentam ranking do comportamento dos cibercriminosos e as técnicas de ataque mais utilizadas.

A startup Octo desenvolveu uma ferramenta que descomplica a proteção de dados para empresas de todos os portes e segmentos.

Análise da Kaspersky revela que 58% dos apps não oficiais utiliza as credenciais dos proprietários dos veículos sem consentimento.

Mais de 80% das empresas brasileiras estão ampliando seus investimentos em segurança cibernética, segundo pesquisa.

Passaporte, identidade, carteira de habilitação, telefone, contas on-line, logins de contas bancárias e são os dados mais comercializados.

O país ficou logo atrás dos EUA e França no ranking que tem ainda Taiwan e Alemanha entre os principais alvos, segundo pesquisa.

O acesso aos sistemas de Educação a Distância normalmente é feito por milhares de pessoas, o que abre uma brecha de vulnerabilidade.

Laboratório promove ações de treinamentos, simulação de ataques cibernéticos e compartilhamento de informações sobre ameaças virtuais.