
IGP-10 registra inflação de 0,74% em junho, diz FGV
Índice Geral de Preços registra inflação acumulada de 8,53% no ano e de 10,40% em 12 meses., segundo a Fundação Getulio Vargas.
Essa categoria engloba os lançamentos de produtos, informações empresariais e atos que afetam o mercado brasileiro

Índice Geral de Preços registra inflação acumulada de 8,53% no ano e de 10,40% em 12 meses., segundo a Fundação Getulio Vargas.

Os dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda em maio registrou variação de 0,93% para as famílias de renda alta e 0,29% baixa.

O destaque dos serviços continua sendo as atividades de tecnologia da informação, que atingiram o ponto mais alto da série histórica do IBGE.

Analistas do mercado esperam que a taxa básica de juros deverá passar de 12,75% para 13,25% ao ano, com alta de 0,5 ponto percentual.

A Bolsa brasileira teve a sétima queda seguida, com -2,73%, e zerou os ganhos em 2022. Agora, o Ibovespa acumula queda de 1,27% no ano.

O comércio varejista está 4,0% acima do patamar pré-pandemia, em fevereiro de 2020. Porém, entre as atividades está desigual, aponta IBGE.

Fim do auxílio emergencial contribuiu para escalada de desigualdade.

Os destaques do mês foram Rio de Janeiro (5,9%), Santa Catarina (3,3%) e Bahia (3,0%), com as maiores expansões na produção.

No total, foram transportados 6,1 milhões de passageiros nos voos domésticos, recuo de 16,2% diante de igual mês de 2019, segundo a Abear.

Os preços de commodities agrícolas e combustíveis pressionaram e o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou em maio, depois de subir 0,41% em abril.

O Indicador Antecedente de Emprego subiu 1,4 ponto em maio, a 80,9 pontos, nível mais alto desde dezembro de 2021.

De janeiro a abril deste ano, foram abertas 1.350.127 empresas no país. No mesmo período, foram fechadas 541.884 empresas.

A criação de empregos foi puxada pelo setor de serviços, com 117.007 vagas, seguido de comércio (29.261 vagas), indústria (26.378) e construção (25.341)

Banco Central divulgou uma parcial do Relatório Focus, com projeção mediana de inflação de 8,89%, ante 7,89% divulgada em 2 de maio.

As empresas ainda percebem o aumento do custo de produção industrial e refletem a escassez de algumas matérias-primas.

As empresas cortaram mais de 4 mil empregos em maio, bem acima dos 459 entre janeiro e abril, considerado o maior total desde dezembro de 2020.
As maiores variações foram observadas na indústria extrativa (-11,54%); refino de petróleo e biocombustíveis (6,57%); e farmacêutica (6,51%).

Já a agropecuária recuou 0,9% no primeiro trimestre, principalmente pela estiagem no Sul, que diminuiu a estimativa da produção de soja.

O resultado geral de 97,4 pontos sugere que a economia vem crescendo em ritmo moderado no segundo trimestre, diz FGV/ IBRE.

A alta nos preços dos insumos importados superou as expectativas de 100% das empresas de biocombustíveis, segundo a CNI.