
Com lucro ajustado de R$ 54 milhões, Desktop bate recorde no 2º trimestre
Receita avançou 14% e EBITDA ajustado cresceu 17% no período de abril a junho; provedor acelerou as adições líquidas de assinantes, incrementando a base em 32 mil clientes

Receita avançou 14% e EBITDA ajustado cresceu 17% no período de abril a junho; provedor acelerou as adições líquidas de assinantes, incrementando a base em 32 mil clientes

Faturamento da operadora avançou no varejo (16,4%) e no setor corporativo (20,5%); churn na banda larga caiu para 1,55%, e telefonia móvel, ainda em estágio inicial, começa a gerar as primeiras receitas

Operadora atenuou as perdas, porém, despesas financeiras ainda impactam os resultados; receitas no varejo cresceram 9,7%, puxadas por banda larga e SVAs

Receita avançou 14% e EBITDA ajustado cresceu 17% no período de abril a junho; provedor acelerou as adições líquidas de assinantes, incrementando a base em 32 mil clientes

Operadora diz que extensão do prazo para emissão do novo financiamento impacta a elaboração do informe financeiro; publicação dos resultados fica para 14 de agosto

Receita com chipsets para smartphones registrou alta de 12% no terceiro trimestre do ano fiscal; empresa aposta na IA embarcada em aparelhos para continuar crescendo

Com a unidade de rede fixa, a dívida financeira líquida após aluguéis da operadora somava 21,5 bilhões de euros; receita (+4,2%) e EBITDA (+7,4%) da holding italiana avançaram no segundo trimestre

Operadora brasileira foi a unidade que mais contribuiu, percentualmente, para o avança da receita da holding entre abril e junho; lucro líquido teve queda no período, mas acumula alta significativa no primeiro semestre

Operadora teve lucro líquido de R$ 781 milhões entre abril e junho, o melhor resultado para o período; receitas com fibra e celular avançaram 8% e 7,3%, respectivamente

Serviço móvel (alta de 8,8%) e banda larga de fibra óptica (17,1%) impulsionaram a receita líquida para R$ 13,67 bilhões; investimentos totais tiveram leve queda, mas desembolsos para redes móveis cresceram

Receita da operadora avançou 2,3% no primeiro trimestre, puxada pela alta de 7,1% nos serviços para consumidores residenciais; investimentos cresceram 59,8%, com foco em 5G e produtos de TIC

Controladora da TIM Brasil, operadora reduziu o prejuízo na comparação anual, com apoio do aumento das receitas de serviços nos territórios brasileiro e italiano

Provedor registrou prejuízo líquido de R$ 33,6 milhões no primeiro trimestre; despesas com dívidas da Webby e migração de HFC para fibra impactaram os resultados

Favorecida por incorporações, operadora teve expansão de 21,6% na receita líquida; serviço móvel, em operação em quatro cidades de SC, conta com 12,6 mil linhas ativas

Receita da operadora cresceu 14,4% na comparação anual, com destaque para o avanço no B2B (26,6%); até março, bases de banda larga e de telefonia móvel totalizavam 1,32 milhão e 55 mil clientes, respectivamente

Receita avançou 23% na comparação anual; contratos com a Oi representam 72% do faturamento bruto da empresa de rede neutra, que já extrai a sucata de cobre adquirida da concessionária

Vendas no modelo de aluguel de equipamentos crescem e passam a representar 37,5% da receita líquida da fornecedora; faturamento avança no segmento corporativo, mas cai em telecom

Lucro da multinacional cresceu 79% na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto receita geral teve alta modesta (0,9%); dívida líquida, porém, avançou 7,7%

Empresa atribui alta no lucro e na receita ao aumento da penetração da rede e à compra de provedores; entre janeiro e março, base foi incrementada em 29 mil assinantes

Pós-pago atingiu menor nível histórico de churn e puxou a alta do serviço móvel (9,3%); receita de banda larga via fibra óptica cresceu 14,7%, com ARPU mais alto dos últimos anos