
Pharol fecha com menos prejuízo o primeiro semestre do ano
A controladora da Oi, com 27,2% do capital, fechou o semestre com dívida de 8,3 milhões de euros, e mesmo assim recebeu dividendos.
A controladora da Oi, com 27,2% do capital, fechou o semestre com dívida de 8,3 milhões de euros, e mesmo assim recebeu dividendos.
Portuguesa se manifesta sobre convocação de assembleia por parte do Société Mondiale, defende atual composição do conselho de administração, e se diz maior interessada no sucesso da recuperação judicial da operadora brasileira. À noite, o fundo lançou nota contestando as informações.
Fundo ligado a Nelson Tanure dá oito dias para que atual conselho da Oi convoque eleição de novo board. Acusa Pharol de fraude e reclama de omissão do Santander como avaliador dos ativos da operadora à época da fusão com a Portugal Telecom.
Aurélio Valporto, da Associação dos Investidores Minoritários do Brasil, acusa os atuais controladores da Oi, a Pharol, de ter supervalorizado os ativos da Portugal Telecom e de ter repassado dívidas europeias para os acionistas brasileiros e por isso se alia a Nelson Tanure ao pleito de sua destituição.
Depois que o conselho de administração da Oi resolveu perguntar à Justiça sobre a anuência previa da Anatel, a agência volta a se manifestar, afirmando que só decide após a escolha dos nomes, e não antes.
Operadora terá até 22 de julho para convocar seus acionistas e votar mudanças no conselho de administração.
Oi tem oito dias para convocar a assembleia, conforme a Lei das S.A.
Segundo o comunicado oficial, em nenhum momento a Oi informou o teor das negociações que teria sido vazado para a imprensa por fontes que desconhece.
Segundo o jornal Valor, portugueses que integram o conselho de administração rechaçaram pulverização de ações proposta a credores, e que poderia reduzir dívida em R$ 25 bilhões.
Resultado do primeiro trimestre da sócia da Oi foi impactado pelos resultados negativos da concessionária brasileira
Empresa portuguesa, maior acionista na concessionária brasileira, continua no controle através da subsidiária
Relatório de área técnica do xerife do mercado brasileiro sugere possibilidade de que brasileiros sabiam dos investimentos de risco em títulos da Rioforte, que causaram rombo de € 897 milhões a caixa da PT
Ex-CEO, que já comandou a brasileira Oi, não tinha autorização do conselho de administração para comprar títulos da Rioforte nem criou sistemas de controle interno para reduzir o risco desses investimentos, diz Pharol.
Auditoria se junta a Henrique Granadeiro e Luis Pacheco de Melo, antigos CEO e CFO da holding portuguesa e que teriam autorizado operações com títulos da Rioforte, que terminaram em calote.