
IBGE aponta queda no comércio de 0,8% em julho
No acumulado de 2022, o varejo registra variação de 0,4%. Já nos últimos 12 meses, o setor acumula queda de 1,8%, segundo o IBGE.

No acumulado de 2022, o varejo registra variação de 0,4%. Já nos últimos 12 meses, o setor acumula queda de 1,8%, segundo o IBGE.

O setor de transportes, muito em função do escoamento da safra, e tecnologia da informação influenciaram o resultado positivo dos serviços.

A queda do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi influenciada principalmente pela retração nos preços dos combustíveis (-10,82%).

Segundo o IBGE, crescimento industrial é concentrado, principalmente, em alimentos e derivados do petróleo, 16 segmentos apresentaram queda.

O PIB soma R$ 2,4 trilhões no primeiro semestre deste ano e a atividade econômica está 3% acima do patamar pré-pandemia, segundo IBGE.

Desemprego é o menor desde 2015. A taxa de informalidade foi de 39,8% da população ocupada e chegou a 39,3 milhões, segundo o IBGE.

Já no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação da indústria foi de 18,04%, caindo em relação ao verificado em junho (18,78%).

O número líquido de empresas ativas no setor de serviços caiu 1,1% no 1º ano da pandemia, de 1,383 milhão em 2019 para 1,368 milhão em 2020.

No ano, o IPCA-15, a prévia da inflação, acumula alta de 5,02% e, em 12 meses, de 9,60%. Em agosto de 2021, a taxa foi de 0,89%.

Pandemia influenciou também na redução real de salários que, descontada a inflação, teve queda de 5,7%, segundo o IBGE.

Já no confronto anual, contra o 2º trimestre de 2021, todas as 27 UFs tiveram queda significativa da taxa de desocupação, diz IBGE.
O setor de Serviços se encontra 7,5% acima do nível pré-pandemia e 3,2% abaixo de novembro de 2014, ponto mais alto da série histórica.

O resultado de junho traz a maior variação negativa para o comércio desde dezembro do ano passado, quando a queda foi de 2,9%.

No ano, a inflação acumulada é de 4,77% e, nos últimos 12 meses, de 10,07%, de acordo com o IPCA, divulgado hoje pelo IBGE.

Houve alta na fabricação em apenas parte dos equipamentos da área, mas avanço chega a ser 15 vezes menor comparado ao mesmo período de 2021.

No primeiro semestre, a indústria acumula queda de 2,2% e, em 12 meses, de 2,8%, segundo Pesquisa Industrial Mensal do IBGE.

Desemprego é o menor para o segundo trimestre desde 2015, quando foi de 8,4%. Desocupação atinge 10,1 milhões de pessoas.

No acumulado do ano, os preços na indústria atingiram 10,12%, a segunda maior taxa para o mês de junho da série histórica, segundo o IBGE.

Conforme dados do IPCA-15, variação nos primeiros sete meses do ano é de 2,16% – 0,66 ponto porcentual a mais que o primeiro ano da pandemia de Covid-19.

No ano, o IPCA-15, a prévia da inflação oficial, acumula alta de 5,79% e, nos últimos 12 meses, de 11,39%, segundo o IBGE.