
Puxada pelo móvel, Claro tem alta de 8% na receita no 3º trimestre
Serviços móveis e fixos tiveram expansão de 9,8% e 4,1% no período de julho a setembro, respectivamente, com a receita total chegando a R$ 12,4 bilhões; EBITDA avançou 13%

Serviços móveis e fixos tiveram expansão de 9,8% e 4,1% no período de julho a setembro, respectivamente, com a receita total chegando a R$ 12,4 bilhões; EBITDA avançou 13%

Fabricante obteve lucro líquido de 3,9 bilhões de coroas suecas entre julho e setembro; vendas de equipamentos de rede cresceram significativamente na América do Norte

Lucro e receita da fornecedora cresceram 17,8% e 34,3%, respectivamente; divisão de smartphones amplia participação no mercado chinês

Receita, por outro lado, avançou 43,9% impulsionada por aquisições feitas no ano passado; estratégia de crescimento via M&A elevou despesas financeiras em 51,9%, com a dívida líquida chegando a R$ 1,29 bilhão

Operadora registrou prejuízo de R$ 9,1 milhões, menor do que no mesmo período do ano passado; receitas avançaram 13% após integração da Horizons e da Nova Fibra

Corte em massa atingirá 7% dos empregados em todo o mundo, gerando US$ 1 bilhão em indenizações; nova onda de demissões ocorre poucos meses após baixa de 4 mil empregados, em fevereiro

Operadora registrou baixa de 60,6% no lucro no segundo trimestre, em razão do aumento dos gastos com a implantação do serviço celular; também reduziu a meta de cidades com 5G ativo até o fim do ano

Enquanto resultado líquido é impactado por dívidas de empresas incorporadas, receita e EBITDA avançam 34,1% e 91,3%, respectivamente, na comparação anual; provedor espera acelerar crescimento com a aquisição da Azza

Com prejuízo de R$ 6,2 milhões no segundo trimestre, torreira indica que ampliação das infraestruturas também visa serviços de backhaul e substituição do sinal analógico pelo digital

Receita média por usuário alcançou R$ 109,35, ajudando o faturamento a crescer 93,6% no período de abril a junho; 23% dos clientes assinam pacotes premium de banda larga

Balanço da Telebras mostra que o prejuízo no semestre chega a R$ 143 milhões, ultrapassando o resultado negativo de 2023, de R$ 127,35 milhões

Prejuízo somou R$ 3,5 milhões entre abril e junho e R$ 18 milhões no primeiro semestre; receita e EBITDA cresceram na comparação com os três primeiros meses do ano

Receita líquida e EBITDA ajustado avançaram 11% na comparação anual, em um período em que empresa ganhou novos clientes entre provedores e teles para suas soluções de pagamentos e SaaS

Faturamento da operadora avançou no varejo (16,4%) e no setor corporativo (20,5%); churn na banda larga caiu para 1,55%, e telefonia móvel, ainda em estágio inicial, começa a gerar as primeiras receitas

Operadora atenuou as perdas, porém, despesas financeiras ainda impactam os resultados; receitas no varejo cresceram 9,7%, puxadas por banda larga e SVAs

Receita avançou 14% e EBITDA ajustado cresceu 17% no período de abril a junho; provedor acelerou as adições líquidas de assinantes, incrementando a base em 32 mil clientes

Operadora diz que extensão do prazo para emissão do novo financiamento impacta a elaboração do informe financeiro; publicação dos resultados fica para 14 de agosto

Receita com chipsets para smartphones registrou alta de 12% no terceiro trimestre do ano fiscal; empresa aposta na IA embarcada em aparelhos para continuar crescendo

Com a unidade de rede fixa, a dívida financeira líquida após aluguéis da operadora somava 21,5 bilhões de euros; receita (+4,2%) e EBITDA (+7,4%) da holding italiana avançaram no segundo trimestre

Operadora brasileira foi a unidade que mais contribuiu, percentualmente, para o avança da receita da holding entre abril e junho; lucro líquido teve queda no período, mas acumula alta significativa no primeiro semestre