Piloto levará 5G FWA a escolas como alternativa e complemento à fibra

Projeto está em fase de análise do MCom e do Governo do Distrito Federal. Tim e Claro serão as operadoras parceiras.
Foto: Divulgação/MCom
Projeto piloto que conectará escolas com 5G foi pauta de reunião entre GDF e MCom | Foto: Divulgação/MCom

O Ministério das Comunicações (MCom) e o Governo do Distrito Federal estudam implementar um projeto piloto para conectar escolas públicas com 5G FWA (Fixed Wireless Access), modalidade de banda larga fixa que usa a nova geração de rede móvel. O objetivo é testá-la como alternativa e complemento à fibra óptica.

A ideia foi pauta de reunião entre representantes do MCom e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF nesta quinta-feira, 14. O secretário de Telecomunicações do ministério, Maximiliano Martinhão, que esteve no encontro, sinaliza que a medida pode ser usada no programa de universalização da conectividade no país.

“Serão as primeiras escolas do Brasil conectadas com 5G para fins pedagógicos utilizados em sala de aula. Com esse projeto piloto, vamos ver na prática como essa tecnologia irá funcionar em ambiente escolar e se ela será viável como mais uma alternativa para conectar as 138 mil instituições de ensino básico do Brasil. Temos que introduzir internet nas escolas a partir de tecnologias adequadas às suas realidades”, disse Martinhão em nota do MCom.

De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), das 708 escolas já mapeadas no DF, 331 tem velocidade de menos de 5 Mbps e quatro delas não tem qualquer conexão.

Ainda de acordo com o MCom, o projeto ainda está “em fase de análise”. A escolha das escolas públicas participantes será feita pelo ministério e o governo do Distrito Federal, conjuntamente, “levando em consideração critérios a serem estabelecidos para viabilizar o andamento do estudo”.

Embora o piloto ainda seja embrionário, a pasta já anunciou que as operadoras parceiras serão a TIM e a Claro. O projeto contará também com o apoio do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) e da Intelbras.

Com informações do MCom

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Da Redação

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