
Confiança dos consumidores avança 4,1 pontos em agosto
Entre os itens do Índice de Confiança do Consumidor, o melhor desempenho foi para a compra de bens duráveis, que subiu 11,3 pontos.
Entre os itens do Índice de Confiança do Consumidor, o melhor desempenho foi para a compra de bens duráveis, que subiu 11,3 pontos.
A queda do índice foi puxada pelas Expectativas, que mostram a opinião dos especialistas em relação ao futuro, queda de 33,3 pontos.
O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) caiu 0,69% em agosto. No mês anterior, o índice havia registrado variação de 0,60%.
De acordo com o levantamento da FGV, em julho a confiança recuou em todos os setores que integram o índice, exceto no segmento de serviços.
Em 12 meses, o acumulado da inflação do aluguel é de 10,08%, abaixo dos 33,83% acumulados em julho do ano passado, segundo a FGV.
O Índice de Confiança dos Serviços atingiu 100,9 pontos em julho. Já o Índice de Confiança no Comércio recuou para 95,1, queda de 2,2 pontos.
A ligeira alta da confiança do consumidor ocorre após avanço maior em junho e manteve o ICC no maior nível desde agosto de 2021.
No ano, o IGP-10 acumula avanço de 9,18% e de 10,87% em 12 meses. Em julho de 2021, a elevação ficou em 0,18%, segundo a FGV.
Em junho, houve melhora na confiança nos seis principais segmentos do comércio. Nos serviços, foi o maior patamar desde outubro de 2021.
Em junho, houve alta da confiança em 13 dos 19 segmentos industriais monitorados pelo Índice de Confiança da Indústria (ICI) da FGV.
Com o resultado, o Índice Nacional de Custo da Construção-M acumula inflação de 7,20% no ano e de 11,75% em 12 meses, segundo FGV.
Índice Geral de Preços registra inflação acumulada de 8,53% no ano e de 10,40% em 12 meses., segundo a Fundação Getulio Vargas.
O Indicador Antecedente de Emprego subiu 1,4 ponto em maio, a 80,9 pontos, nível mais alto desde dezembro de 2021.
O IGP-M acumula alta de 7,54% no ano e de 10,72% em 12 meses. Em maio de 2021, acumulava alta de 37,04% em 12 meses.
Segundo a FGV, o que mais influenciou a queda em maio foi o índice que mede a situação financeira familiar nos próximos meses.
Apesar de apresentar alta de 2,1 pontos, o Índice de Clima Econômico do Brasil (62,7) ainda está abaixo da média da América Latina (67,3).
Em valores, a estimativa da FGV é que o acumulado do PIB no primeiro trimestre do ano some R$ 2,46 trilhões.
Com o resultado, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna, da FGV, acumula taxa de 6,44% no ano e 13,53% em 12 meses.
Puxada pelos materiais e equipamentos, o custo da construção civil é superior a 0,73% de março, mas ficou abaixo de 0,95% de abril de 2021.
Na soma de 12 meses do IPC-S, medido pela FGV, a inflação acumulada avançou de 8,91% para 9,24% no período.